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terça-feira, 24 de agosto de 2010

parcial das 15:30

então que o dia começou atravessadaço, mas resolver facilmente uma pendência indevida na BPSC e ver o caixa do Barato da Ilha lendo O Último Olimpiano quando fui comprar um danoninho pra beber até que serviu pra lembrar porque se deve segurar as pontas e não mandar tudo pro inferno nesses momentos de fúria assassina que me acometem.

Outra coisa que também ajuda a me aprumar é perceber que já aprendi com momentos semelhantes anteriores... agora eu sei, por exemplo, que daqui umas duas ou três horas eu estarei tão prestável quanto um peso de papel. Utilidade zero. Mas aí quem sabe eu tomo uma neosaldina, pra infelizmente só na hora de ir embora vir o gás que eu preciso pra começar a estudar pro trabalho de tópicos especiais aplicados à biblioteconomia. [rápido comentário aleatório: essa parece a mais inútil das fases, zezuis. Uma disciplina mais sem noção que a outra...].

Mas ah, deixa eu contar do dia atravessado, assim só pra extravazar um cadinho? então tá.

Mãe entra no quarto pra me chamar dizendo não saber que horas eram aquilo. Jogou o celular na minha mão, eu olhei com um olho só, disse '6:42.. não quero!' e afundei nos travesseiros. Ela saiu do quarto e em seguida eu fui atrás, esperando encontrá-la na cozinha... e não dormindo de novo, mas tá. Desci, sonolenta, mas acordei rapidinho quando o sensor de presença recém instalado disparou e despachou meu possível resto de bom humor pro quinto dos infernos. Tomei meu desjejum, bateu o frio... aí voltei pra cama, do celular encaminhei a resenha da Juliana pra Aline imprimir na faculdade e pensei 'foda-se, vou dormir, puta dor de ouvido enchendo o saco...' nisso minha mente berra lá do fundo AHAM NAYANA, SENTA LÁ!
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Lembra de quando o bom humor foi embora? pois o sacana deu carona pro sono, me largaram os dois em casa sozinha. Assisti um ep de friends e um de Old Christine, até sucumbir. Depois vieram pequenas coisinhas e caretinhas de pessoas sem noção que só engordam a bola de neve de um dia blergh, que aliás só é blergh pra mim e por dentro, porque lá fora tá lindo lindo, um ventinho morno [que boa coisa não traz, claro, mas aproveitemos enquanto é possível] que dá vontade de pedir folga e ir passear na beiramar...

domingo, 22 de agosto de 2010

E nem me importa que mil raios partam qualquer sentido vago de razão

Eu ando tão down, e as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
...
[Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer]
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Porque, querendo ou não, às vezes tudo que você precisa pra parar de pensar em alguém é saber que essa pessoa não pensava em você da mesma forma. Aí, se você é uma pessoa esperta, segue em frente. 

Ou, se é como eu, mergulha no passado à um simples aceno dele. E se afoga sozinha.

who am I, for christ' sake, anyway?

Resposta: uma congelada no tempo, que fica sem chão quando entende que todos os seus meninos cresceram e, cada um a seu modo, ficou igual a todos os cafas que conheceu quando os bons garotos ainda lhe inspiravam alguma esperança.
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Trouxa.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nascendo de novo

Então que agora eu sou, no mínimo no papel, uma autêntica Schneider. E isso muda.... porra nenhuma.

Quer dizer, muda toda e qualquer documentação que já tive na vida. Refazer Identidade, CPF, CNH, título eleitoral, carteira de trabalho, documentação acadêmica e de estágio... meu, porque mesmo eu fui mexer nesse vespeiro?! Ah sim, pra ser Schneider de fato, e não só me sentir uma... mas o estranho é que, agora que sou mesmo, acho estranha só a ideia de nunca mais escrever o 'm' do nome errado. Parece que tô falando de outra pessoa, mas a perspectiva de ser essa outra pessoa não me sugere nada diferente.

Enfim. tinha mais alguma coisa pra falar, mas esqueci.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

De ontem, no balcão:

'É nóis que brilha, vagalume!' (PINTO, 2010).

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Como é que eu não ia morrer de saudade da minha cidade, do meu trabalho e dos aluninhos do SENAC que largam dessas no meio do meu expediente, e quando digo que vai pro blog com citação de acordo com ABNT ainda me diz 'peraí, usa outro sobrenome, não quero que você mostre meu pinto no seu blog!'?

Ai ai. 

Home, Sweet Home

Pófalá? fiquei com saudade até da escova de dentes. 

Não me perguntem o que achei de São Paulo, não tive tempo pra formar uma opinião. Aquele frio do demônio não dava vontade de fazer nada, logo, não fiz mesmo muita coisa além de gastar o que não podia e conter todos os meus impulsos de chorar de raiva o tempo quase todo. Sinceramente, só me senti bem mesmo na Bienal. Lá eu teria andado faceira o dia todo, sozinha, se fosse o caso, e não me importaria com isso. 

Desde que cheguei de volta meu cérebro voltou a operar no modo habitual, mas preguiçosa que sou não anotei nada, então muita coisa genial que deveria aparecer aqui já se perdeu... conforme lembrar [se lembrar, claro], eu vou falando...

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E agora sobre minha pacata vidinha de florianopolitana: acreditam que semana passada o Submarino não achou meu endereço pra entregar "O Último Olimpiano"? Submarino, MEU endereço?! e não era palhaçada não, quando vi o e-mail achei que fosse trote, mas quando cheguei em casa, Papis contou que ligaram pra casa também... só o que me faltava mesmo. 

E o trabalho continua de onde parou, né? até nem cheguei lá tão cansada quanto calculava, graças ao soninho ds 7:30 às 13 de ontem, na miiiiiinha cama. Com direito a Friends antes de capotar. Já hoje não consegui passar das 9, aí fui ler o tal do Choo, depois psicografar textos que martelavam na cabeça há tempos, agora deixar descansar pra ver no que dá...

No más, preciso só organizar a vida pra dar conta de resenha, TCC, trabalho e vida social... porque claro que deus e o mundo ia me convidar pra sair no fim de semana que eu estaria fora, né?aí acaba que adiei tudo por tempo indeterminado, mas pergunta se nesse sábado tem algo pra fazer, pergunta...