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domingo, 22 de agosto de 2010

E nem me importa que mil raios partam qualquer sentido vago de razão

Eu ando tão down, e as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
...
[Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer]
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Porque, querendo ou não, às vezes tudo que você precisa pra parar de pensar em alguém é saber que essa pessoa não pensava em você da mesma forma. Aí, se você é uma pessoa esperta, segue em frente. 

Ou, se é como eu, mergulha no passado à um simples aceno dele. E se afoga sozinha.

who am I, for christ' sake, anyway?

Resposta: uma congelada no tempo, que fica sem chão quando entende que todos os seus meninos cresceram e, cada um a seu modo, ficou igual a todos os cafas que conheceu quando os bons garotos ainda lhe inspiravam alguma esperança.
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Trouxa.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nascendo de novo

Então que agora eu sou, no mínimo no papel, uma autêntica Schneider. E isso muda.... porra nenhuma.

Quer dizer, muda toda e qualquer documentação que já tive na vida. Refazer Identidade, CPF, CNH, título eleitoral, carteira de trabalho, documentação acadêmica e de estágio... meu, porque mesmo eu fui mexer nesse vespeiro?! Ah sim, pra ser Schneider de fato, e não só me sentir uma... mas o estranho é que, agora que sou mesmo, acho estranha só a ideia de nunca mais escrever o 'm' do nome errado. Parece que tô falando de outra pessoa, mas a perspectiva de ser essa outra pessoa não me sugere nada diferente.

Enfim. tinha mais alguma coisa pra falar, mas esqueci.

sábado, 7 de agosto de 2010

Cadê meu Eric Northman?

22 têm parecido uma ótima idade pra virar eterna.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ontem o dia foi trash metal. A começar por ter que sair quase tão logo acordei, depois cumprir o circuito shopping de cooper pagando contas, mais voltas no centro pra cópias de livro mais baratas e quando pensei que finalmente poderia sentar meu corpinho gelado por alguns minutos na livraria e escrever alguma coisa, olho no relógio e surpresa!, falta menos de meia hora pro expediente começar... então lá fui eu, quase barrada pelo vento sul, a caminho do meu amado trabalho [sem ironia]. De início, sistema uma zona, depois normalizou e aí quando tudo caminhava na santa paz me dominou aquele cansaço pós descarga de adrenalina, sabe? Muito chato, mas com força de vontade acho que trabalhei direitinho...

Entretanto, que bem mais tarde eu cheguei em casa, carreguei meu jantar pra sala e perguntei a Papis que tinha de bom pra ver na TV. Ele responde ‘eu tava assistindo um programa de música clássica na cultura, mas acho que tem um aqui que tu vai gostar ainda mais...’ quando ele disse isso, antes mesmo de encostar no controle remoto, eu soube a que ele se referia daquele jeito mal disfarçado: só podia mesmo ser De repente 30. E não interessa se eu já vi quase mais de trinta vezes, o jeito do meu pai lembrar de mim e esperar eu chegar em casa pra me contar que tá passando, mais assistir o final que seja, já foi mais que suficiente pra relaxar depois de um dia estressante. Em suma, eu quero um Matt Flamhaff pra mim.

Mas aí hoje Florianópolis tomada por esse frio glacial, e por menos magra que eu seja, parece faltar corpo pra tanto casaco, e falta pescoço pra conseguir mexer a cabeça com duas voltas de cachecol logo abaixo da mesma. As nove e meia da noite eu constatei uma dor nos braços que não tem outras explicação senão a força extra que se precisa fazer pra levantar um livro. Fora que, antes de tudo, não dá a menor vontade de sair da cama. Hoje então, já não tinha dormido direito, e quase na hora de sair, junto com o frio bateu uma tristeza que meudeusdocéu. Não queria fazer nada além de chorar até engasgar ou as lágrimas me congelarem o rosto, o que viesse primeiro.
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Sabe aqueles dias em que tu vives no automático, só porque não existe direção que não seja em frente? Assim.

domingo, 1 de agosto de 2010

L'âge D'or

Aprendi a esperar
Mas não tenho mais certeza
Agora que estou bem
Tão pouca coisa me interessa...

Contra minha própria vontade
Sou teimoso, sincero
Insisto em ter
Vontade própria...


Que a sorte foi um dia
Alheia ao meu sustento
Não houve harmonia
Entre ação e pensamento...


Qual é teu nome?
Qual é teu signo?
Teu corpo é gostoso
Teu rosto é bonito...

Qual é o teu arcano?
Tua pedra preciosa?
Acho tocante
Acreditares nisso...

Já tentei muitas coisas
De heroína a Jesus
Tudo que já fiz
Foi por vaidade

Jesus foi traído
Com um beijo
Davi teve um grande amigo
Não sei mais
Se é só questão de sorte...


Eu vi uma serpente
Entrando no jardim
Vai ver
Que é de verdade dessa vez...

Meu tornozelo coça
Por causa de mosquito
Estou com os cabelos molhados
Me sinto limpo...

Não existe beleza na miséria
E não tem volta por aqui
Vamos tentar outro caminho
Estamos em perigo
Só que ainda não entendo
É que tudo faz sentido...

E não sei mais
Se é só questão de sorte
Não sei mais, não sei mais
Não sei mais...
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Mas os jovens gigantes de mármore não são tão importantes nesse contexto.

De repente, deu vontade de gritar essa música a plenos pulmões. Essa e várias da Legião que, mesmo muitos anos depois da febre particular, ainda faz muito sentido. 

Enfim, os grifos são auto-explicativos... 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Diga olá para um texto ruim

O pior, possivelmente. Mas só possivelmente mesmo, pois se tem uma coisa que aprendi nos últimos tempos é a não me subestimar, pra mais ou pra menos.

Fato é que de repente tem um redemoinho na minha cabeça, uma caralhada de susto diferente num dia só e o coração da véia não 'guenta mais tanto não. E o mais chato disso tudo disso tudo é que eu tenho bala na agulha pra bloggar por uma semana sem parar, mas de repente, depois de uma maré produtiva de razoáveis rascunhos [ao menos inícios de], deu tilt. Parei um minuto pra escrever algo hoje mais cedo e senti o texto vindo, o texto vindo... e puta merda, era um texto muito ruim! Sério, ruim demais, modéstia às favas, eu não tive coragem de sequer tentar transformar aquilo em algo aproveitável, não condizia em absoluto com meu parco e mui raro pseudo talento. Senti como se fosse, sei lá, uma... ahn... uma auto-ofensa! credo, dá uma coisa só de lembrar da sensação.

Aí depois disso eu até vim conferir a coisa mais recente que tinha escrito aqui, e me surpreendi por ter sido a bem menos tempo do que imaginava... na minha memória eventualmente de samambaia eu jurava que não escrevia desde antes do meu aniversário, mas enfim. [eu disse que era ruim, não diga que não avisei!] Não tô gostando nem um pouco de mim desse jeito mais incoerente que o normal. Not at all. Quero meu antigo self de volta!

No exato momento, enfrento bloqueio mental completo: não consigo escrever, não consigo, rir, não consigo chorar, hoje eu sequer me irritei de verdade. I mean, o que identifiquei como algo classificável sob a tag irritação era só hábito mesmo, aquela reclamação mental automática que surge no fundo do cérebro em certos momentos do meu amado trabalho. Dentre tudo que senti hoje [sensação gostosa do dia bonito, tranquilidade de assistir Friends com a Ju pelo segundo dia consecutivo, falar com Deh no gtalk e uma aula MUITO legal], a única sensação que eu consigo nomear sem medo de errar é justamente... o medo.

Eu tô repetitiva pra cacete, isso pra não falar do eco de redação.

Quem saber? Acho que esse texto acabou virando um mecanismo do meu cérebro tentando prolongar a breve conversa de agora há pouco com a Bruna, na real.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

da preguiça de existir e outros males

vidinha mais ou menos, sabe?

dias que venho ensaiando dar sinal de vida aqui, mas sempre com sono, sempre lendo algo, ou num papo muito interessante no msn, e aí fica pra depois. Agora mesmo, só sai porque resolvi abstrair do desconforto de digitar no juvenal toda torta desse jeito que tô.

e nem tem tanto pra falar desde o mais recente blá blá blá. Teve festa da Kiks, mas dessa choradeira não quero falar. Teve shopping com Carol, Kiks e Lizi no dia seguinte, e daquela comilança também não tem muito o que dizer. mas que tem pra contar então, Nayana?

Sei lá. Tem pra contar que li o primeiro livro d'As Brumas de Avalon, e curti muito e quero comprar pra terminar de ler, não necessariamente nessa mesma ordem. Aí, na falta do segundo pra continuar, Rendi-me [outra vez] a Percy Jackson. Matei O Ladrão de Raios em um dia, agora tô engrenando n'O Mar de Monstros... e assim vai. Mas desde hoje cedo senti um comichão pra retomar TCC com tudo, pra ver o que é a força do pensamento: praticamente já decidi a academia em que matricular-me-ei [que mesóclise linda, nuss!], aí até anima pensar que só por isso parece que a cabeça já funciona melhor.

Ah, hoje também passei na farmácia e comprei algodãozinho de limpar a pele, bem mocinha. Falta só o demaquilante chegar, aí serei peruazinha por mais momentos do meu dia que de costume. [Contextualizando: quem me conhece sabe que quando o stress domina minha pele fica hor-rí-vel, então uma das novas resoluções é cuidar melhor do cartão de visitas que deus me deu].

De mais, ando ouvindo com mais dedicação e carinho Puddle of Mudd, mas o curioso é que só entro na vibe mesmo quando tô bem encolhidinha no meu quarto - fora de casa, ainda não há nada como quase qualquer coisa da Jeniffer Rostock, ou Pocket Full of Stars pra dar aqueeela acalmada. Em momentos de paz, Karkwa dá e sobra.

Ando é bem ansiosa com o novo do Nenhum de Nós que vem por aí, e li essa semana que Biquíni Cavadão também lança inédito esse ano. Se eu não enlouqecer com tanta descoberta boa até lá, 2010 será definitivamente um ano muito feliz, musicalmente falando.

Chato vai ser trabalhar dia 31 e dia 7, assim, dois sábados seguidos, justamente os dois de aniversários de pessoas importantes. Mas boto fé que a viagem mega corrida à Sampa tem tudo pra ser ótima. O que, aliás, me lembra que tô com mais saudade da Ju do que gostaria de admitir. 

Enfim. Depois da chuva surpresa de hoje, de um mau humor orgulhosamente controlado e uma cara blasée pra tudo que podia ter me irritado profuuuundamente, resta apenas o câmbio desligo e a vã promessa de postagens melhores, e provavelmente não aqui, né... 

Boa noite.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Porque tem coisa que só comigo mesmo!


Então que hoje eu saí de casa em cima do laço pra ir pro trabalho, pensando 'cara, vai ter ninguém lá, que vontade de não ir!' mas aí eu deixaria a Lica sozinha pela segunda vez na semana e não seria justo. Aí fui.

Cheguei e tudo parecia em paz, até... O chefe ligar pedindo pra conferir quais turmas tinham aula amanhã, pra ver se precisava mesmo abrir; até eu descobrir que tinha várias observações a fazer sobre os modelos de placas de sinalização que chefe mandou por email pra avaliarmos; até descobrir que tinha aula magna da pós graduação às 19 horas e quem faria a apresentação da biblioteca seria EU, a mesma pessoa que ainda precisou providenciar os folhetos informativos de regulamento e acesso ao sistema da biblioteca, tudo em menos de duas horas. Que delícia! Ah, eu também jamais tinha sequer assistido a apresentação que faria, porque desgraça pouca é bobagem, né?

Quando já tinha me descabelado o suficiente, comecei a tomar as providencias praticas pra concretizar todas as tarefas. Antes de tudo, abri twitter e desabafei brevemente; depois, rabisquei na agenda tudo que tinha pra fazer – já foi bom sinal nem me surpreender por ter enchido uma página. Como eu estava sozinha no atendimento naquela hora, só quando a coleguinha voltasse do intervalo eu poderia ir até o computador do chefe pra conhecer o arquivo que usaria na apresentação dali a pouco. Então aproveitei esse tempo sozinha pra botar ordem no balcão, que a essa altura já andava mais bagunçado que meu desespero.

Layout clean outra vez, organizei a papelada pra entregar pros alunos, liguei pra quem tinha que ligar, respondi e enviei emails que precisava responder e enviar e com apenas 50 minutos de antecedência, eu fui mexer no dito ppt. Bom que nem precisei refazer muita coisa: só quase tudo. Resume aqui, reformata ali, ohmeudeusfaltamdezminutos, corre pro banheiro, dá uma tapeada na maquilage e toca pra sala. Pra dar de cara com o diretor da faculdade. Eu tava tão pilhada que nem sei se foi bom ou ruim ele não ter ficado pra me ouvir, porque de boa, eu fiz o melhor que pude, mas ah... Putafaltadesacanagem do universo as coisas assim em cima da hora, viu.

Anyway... A conclusão, no fim das contas, é que eu não quero perder a aula magna na segunda feira, pros cursos de graduação. Porque a água bate na bunda e a gente aprende a nadar ligeirinho, especialmente quando é pra fazer algo que se ama... =)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

OI!

...The dreams I dream
the song I sing for you
they're coming from my heart
is my message getting through?
You know it hurts so bad
just like i knew that it would
but I'd do it again
I'd do it again if I could...

***

Essa sou eu, citando The Sounds a um passo de meter os pés pelas mãos quando as coisas não andam na velocidade que eu espero e muito menos na direção que eu pretendo...
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Mas depois que até o horóscopo do dia me largou o chavão 'o que tiver que ser, será', eu vou só continuar meus relatórios e exposições e eventos beeem quietinha no meu canto. Mesmo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

fúria intensa

isso define bem meu estado de espírito. não, porque alguém duvida que essa dor de dois dias de atestado é assintomática? que minha voz falha cada dia mais de tanto sapo que eu engulo? prova é que torsilax de 6 em 6 horas não resolve.

Porque pra mim estar na merda não é necessariamente não ter dinheiro, não ter tempo, trabalhar feito uma mula; isso tudo sempre se dá um jeito. Mas se me permitem uma reflexão, assim pessoal, atualmente, estar na merda é não ter alguém pra colocar um adesivo antiinflamatório num ponto que você mesmo não alcança em suas costas.
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Blue, eu? imagina, são seus olhos...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Se nada anda, tenha paciência

Retribua se alguém te sorri
Cante uma canção pro seu bem-querer
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só pra ver o gelo da dor derreter.

***

Agora que a dor passou, eu simplesmente não me conformo de ter saído de casa sem o remédio que me cura em 10 minutos. Mas fica a dica pra sexta próxima.

Porque o dia de sábado foi trash, mas depois de uma caminhadinha saudável tudo compensa. Pessoas legais, lugares legais com drinks legais. Quem precisa de TCC, né? Aposto que se eu levar a orientadora pra tomar o Martini que tomei ontem, até ela esquece disso. Aposto.

Mas só amanhã de manhã eu me preocupo com o que o mundo espera de mim. Agora tô muito ocupada sendo grata por específicas pessoas que fazem parte da minha vida.

***

E agora bateu a vibe Paralamas: por sempre andar, andar, sem nunca parar/pequenas coisas vão ficando pra trás...

A inocência para amar
Na terceira desilusão
A melodia das palavras
No ruído do avião
O brilho do olhar
Em algum ponto do caminho
A vontade de abraçar
No vício de ficar sozinho
Solitário desde então...
...
Tudo foi se desprendendo
Levado pelo vento
Eu sou o que chegou ao fim
É assim que eu me apresento
Com o que sobrou de mim.

***

A febre de um sábado azul
E um domingo sem tristezas
Te esquiva do teu próprio coração
E destrói tuas certezas
...
O sonho de um céu e de um mar
E de uma vida perigosa...
Te faz bem tanto quanto mal
Faz odiar tanto quanto querer demais
.
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.
Mas em si nada vai mudar
E um sensual abandono virá, e o fim

***

E os que não podem mais se vão.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Não, também não sei porque insisto em sair com a bota que machuca

Se eu tivesse que atravessar o prédio outra vez, ia parecer uma garça com reumatismo, só pela dor no calcanhar. 

Mas acessos de mulherzinha a parte... eu não conheço, nem de longe, todos os órgãos regulamentadores de todas as coisas no mundo, mas duvido, DU-VI-DO, que exista um pior que o Detran. Nunca vi burrocracia maior e mais mal pensada – isso pra não falar no assalto, né. 50 reais pra retirar minha CNH definitiva – que não entendo porque não é emitida automaticamente após o vencimento da provisória, mas enfim... no fundo no fundo, sem paciência hoje pra discutir ideias melhores.

E os trabalhos da faculdade? Vontade de enfiar os dedos nos ouvidos até o punho [tosca substituição de uma frase equivalente, porém imprópria pro espaço]. Ou os trabalhos propriamente ditos em orifícios alheios. Vamcombiná, professorinhas podiam ter um cadinho de pieadade não pedir tudojuntomisturadoaomesmotempoagora, podiam não? mas passa. Tudo passa, tudo passará, eu só não tenho mais saco pra ouvir Legião nessas horas, mas ainda acredito no amigo Manfredini. 

Preciso de uma festa. Rápido. Talvez minhas preces tenham sido atendidas, talvez não, fato é que já escolhi vestido com elástico nas costas pra não passar o próximo mês me torturando mentalmente a cada chocolatinho de nada de comer. Hein? Do que eu to falando? Ah é, hoje chegou lá em casa convite de casamento de uma colega do pré-escolar [e também de primeira comunhão, e de crisma, e de um monte de coisa...]. Toda a felicidade pra eles [agora me dei conta: não conheço o noivo], só não me convidem pra madrinha, que não tenho dinheiro pra geladeira (VENTURA, 200?).

***

Eu vou... sei lá o que que eu vou fazer da minha vida agora. Amanhã tem Zuleika, e antes disso, plantão. Com tudo certo e nada confirmado, ando mesmo é com vontade de jogar sudoku ad infinitum embaixo das cobertas, porque perceber que pode-se ter perdido amizades antigas sem agregar novas é deveras triste.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu não sei nem por onde começar

Com tanta coisa na cabeça esperando pra sair...

Oficina de Pesquisa Acadêmica na WEB, com a primeira fase de Gestão Comercial hoje. Tirando quem não calava a boca, eu amei amei amei. O povo participou legal, eu não titubeei na minha parte e foi legal legal legal. Quase dá vontade de ser professora, mas aí tu pensa duas vezes e é o mesmo caso de ser mãe: todo dia, não rola mesmo. Não pra mim. Mas experiências esporádicas do gênero me animam pra caramba.

A parte xarope do dia foi lidar com demoras e seres com a maturidade emocional de uma samambaia, mas nada que uma noite de sono bem dormido não resolva. A parte chata da parte xarope é que isso intensifica minha vontade/necessidade de conversar com seres inteligentes, sobre qualquer coisa tão banal quanto profunda. Lembro dos que voltaram pra seus longes [ou só continuam não-perto] e isso dá um blues assim de leve, mas passa também...

Maas ah, falando em sono... sonho bi-zarro de hoje cedo: algo envolvendo praia do Forte, carro com freio de mão não funcionando direito, gente querendo me matar, viagens no tempo e uma menina bonita. E, EEEEE o Albert Einstein passeando pelo pátio, descabelado como habitual, porém jovem, e prontofalei: mó saradinho, o guri. [Gardenal na Nayana? siiiiimmm!]
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Ok. Depois de compartilhar esse momento tão íntimo da minha eventual insanidade só me resta mesmo dormir, que ainda não aliviei o cérebro mas a miopia [bem como a preguiça de buscar os óculos] domina o ser que vos escreve... Gute Nacht!

domingo, 16 de maio de 2010

nova versão do recém dito

O plano era só ficar em casa mas no fim das contas eu saí, conversei, bebi, estimulei a produção de serotonina que meu cérebro tava emperrando pra produzir e cheguei de madrugada, do jeito que eu gosto. Então porque ainda parece que falta alguma coisa?
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Na real na real, sabe do quê? Eu preciso me exercitar. Sair, cansar, voltar àquela loucura que era final de 2009, saindo a uma e meia da manhã pra jogar sinuca, e sair com vontade de voar, dormir pouco e pensar menos ainda. Cuidar mais de mim, a começar pelo meu cabelo que há semanas não vê uma chapinha... [sim, parece futilidade, mas tenho provas irrefutáveis de que isso funciona muito bem].

E eu vagueio, vagueio pelo rock around the world, mas o que sempre me resolve/explica/alivia tá relativamente perto:


Gritos
Capital Inicial

Nas mãos não escondo nada
Meus bolsos estão vazios
Meus impulsos são controlados
Mas meus hábitos são obsessivos
As mãos que me tocam são geladas
As conversas que eu tenho são decoração


Parece que não há alternativa
Nessa vida de beco sem saída
Parece que não há alternativa
Preciso de uma forma mais ativa


Os dias passam
E nós estamos tão acostumados
A nos ver assim
Que já não nos interessa


Há anos preso nesse labirinto
Eu só conto com os meus instintos
Se eu não pensar em me acomodar
Talvez consiga me saciar
Pois já gritei aos céus
E já sussurrei ao mar


Só vou depor minhas armas
Por alguém que vale a pena lutar

***

E é isso. Meu marasmo já foi cantado por muita gente, afinal.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Pra dar patada tem um monte,

tem vários, gente pra te deprimir tem a rodo. Mas pra respeitar o que te é importante, não tem um filho da puta.
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E não venham me dizer que o mundo é assim, que não é diferente pra ninguém - eu já sei disso, mas sinceramente agora não me interessa. Alguém vai fazer qualquer coisa a respeito da minha tristeza? não, né? por que a tristeza é minha e eu que me foda pra dar cabo dela, óbvio e justo; Mas a porra do mundo nao faz muita coisa por mim, então ao menos da  minha vida deixem eu reclamar egoisticamente em paz.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

snapshot pós-meia noite

Débora diz (00:03):
*'Tudo é igual quando se pensa em
Como tudo poderia ser
Há tão pouca diferença
e tanta coisa a escolher
Nossos sonhos são os mesmos há muito tempo
Mas não há mais muito tempo pra sonhar '
Nayana diz (00:10):
*engenheiros?
Débora diz (00:10):
*isso
Nayana diz (00:11):
*alemão fdp...
Débora diz (00:11):

*http://www.youtube.com/watch?v=ZbxWKfqd1TI&feature=related
*muito
Nayana diz (00:13):
*sério, no dia que eu econtrá-lo mando enfiar a nuvem na bunda
Débora diz (00:14):
*hauhauhauhau
*eu mando enfiar a montanha!!

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éééé Sr. Gessinger... teu brilhantismo dói, cara!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Caráter; Competência; Dignidade; Coragem:

Ou você tem, ou você não tem.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

negócio é o seguinte, Sr. Universo:

PARÔ ESSA PALHAÇADA de homens prestes a partir, ok? 
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PARÔ, que eu não tenho mais estômago pra isso!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sabe gente instável?

Então, tá ali no top five da categoria most hated.
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Semana passada aquela doida virava a cara pra mim deliberadamente, sem nem um esforçozinho de nada pra esconder. Aí ontem, quando eu nem tava dando bola mais, me olha como antigamente [uh, saudade do Bruno Gouvea]. Não deu tempo de ver depois que descemos do ônibus, mas no minuto antes tudo parecia igual - inclusive a parte de eu não saber por quê raios meu estúpído coração falha meia batida naquele nanossegundo em que nossos olhos se fixam e eu finjo que disfarço.