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terça-feira, 7 de setembro de 2010

pequenos comentários desconexos

Como há muito eu me devia uma auto-terapia, me abalei pro cinema nessa véspera de feriado. Três filmes, quase emendados.

Primeiro, O Estudante. Mexicano. E Sensacional. E lindo. E chorei pacas, #prontofalei. 

Depois, Karatê Kid 'versão Kung Fu'. Pófalá? fiquei com orgulho pelo Will Smith pelo filho dele [sim, semanticamente confuso, mas... dane-se. Quem sente sou eu]. Fodão também, recomendadíssimo.

Pra encerrar, Inception. Sobre esse, prefiro comentar depois de algumas noites de sono. Desconfio que jamais sonharei como antigamente... 

Mas o mais legal foram os intervalos:

Entre o primeiro e o segundo eu pretendia reforçar o estoque de lencinhos de papel [porque. né.], mas acabei invariavelmente na Nobel. Na bolsa, Um caderno capa dura [que no fim eu não precisava pois tinha outro na bolsa, mas só lembrei disso depois de estreá-lo] e 24 horas na vida de uma mulher, que eu pretendia ler entre o segundo e o terceiro filme, mas claro que não li uma linha sequer, porque o segundo filme terminou 15 minutos depois do previsto, e aí já avacalhou todos os meus planos - com a ajuda da enxaqueca sempre amiga, né. Corre na farmácia, escreve enquanto espera o lanche e pronto, tá hora de encontrar amigo pra terceira sessão do dia. 

***

Aí, sobre seres humanos, só o que tenho a declarar é que eu sou idiota, muito idiota.
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Pensa no que é uma pessoa com o cérebro a ponto de explodir e não ter um filho da puta pra desabafar. Pensa.

sábado, 17 de abril de 2010

Well well well... plantão básico de sábado, com o tédio idem. Pelo menos a Ju tava lá, acho que se estivesse sozinha tinha surtado...

Mas vamos as reflexões do dia: cara, que zuper legal foi com a turma do Inglês I. E adorei a profa também... sempre bate aquela vontade de voltar, né? [mas agora eu vou firme no alemon, não adianta] Tá bom que quando os alunos foram em bando fazer cadastro eu tive vontade de subir no balcão e berrar 'traaaaasgo nas masmorraaass!!' pra ver ser faziam menos barulho, mas ainda assim foi muito bom ver o trabalho rendendo.

E hoje também baixou a Hermione de novo [grazadeus, diga-se de passagem]. Comecei a esboçar o arremedo de rascunho do projeto do TCC, e no meio do caminho pra casa comecei a ler o texto do Lancaster pra discutir na sexta... [particularmente, renderia uma ótima apresentação, mas Elisa pediu só pra ler mesmo... ]. Aí eu descobri que eu ainda quero muito ser bibliotecária de referência, mas não no Brasil. Preciso ir pra um lugar onde as pessoas saibam o que eu faço - não que eu não goste de divulgar, mas o tempo todo desanima, poxa. E olha que fofurinha esse... desenho? gráfico? ilustração? não sei, mas eu achei muito a minha cara:

[toscamente escaneada do xerox do cap. 3 do livro Avaliação de Serviços de Bibliotecas - F.W. Lancaster, 1996]


Pra situar: a imagem ilustra o que Lancaster chama de viés de estante, que é tipo uma estante no final de um dia de muitos empréstimos, sabe quando tá mais vazia que cheia e os livros legais já saíram? então, basicamente isso.

E ainda falando de biblioteconomia, hoje eu e Ju tabulamos mais um pouco do estudo de usuário lá da Biblioteca, mas nem precisa terminar pra descobrir o ponto principal: A maioria não sabe sequer preencher formulário. Sério, a coisa é insana. foi assim: sobre alguns serviços, perguntamos se eles conhecem, se utilizam e o grau de dificuldade [fácil, médio e difícil]. Pois bem, alguém que conhece, usa e acha médio, ok; alguém que conhece e não usa, e acha difícil, compreensível também. Mas alguém que não conhece, não usa e acha difícil merece o que? humilhação em praça pública, né? É deveras desesperador, mas no fim a gente se diverte...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bleedin' just to know I'm alive

Assim que eu tô, e olha que essa música do Goo Goo Dolls passa longe de ser minha favorita deles [mil vezes Name]. Mas mudando vagamente de assunto... ainda não terminei o livro do Romano de Sant'Anna. Queria muito, mas não flui, dificilmente fluirá enquanto eu não reler O Jogo do Anjo, que por sua vez tá com a Juliana, e hoje, depois de ler trocentas páginas da Wikipedia sobre Harry Potter [especialmente a cronologia], tô fazendo de um tudo pra passar longe da estante, ou sou capaz de começar tudo de novo. Ou, pelo menos, do final do quinto em diante, mas não sei se consigo fazer a coisa assim pela metade... enfim.

Ontem passei um dobrado com a crise histérico-depressiva que me acometeu, resultado da soma 'vontade de viver intensamente + nem ninguém na mesma vibe pra acompanhar". Ah, não poder sair de carro também contribui pro resultado patético da coisa, mas isso já é lugar comum... depois de um banho frio, assisti Hugh Laurie ganhar prêmio de melhor ator e drama no People's choice 2010 [fiquei tri feliz por isso], e depois descobri Skins, uma série Britânica [coisa rara, ao menos pra mim, e mais um motivo pra gostar], totalmente fora da realidade - ou não, mas enfim - , mas bem, bem legal. A personagem da Hannah Murray é praticamente uma Luna Lovegood, só que com anorexia. Varia entre o hilário e o angustiante, aquele sorriso o tempo todo  às vezes perturba... e, E, o personagem principal das duas primeiras temporadas [sim, eu só assisti dois episódios, mas já pesquisei, né] é interpretado pelo Nicholas Hoult, que contracenou com Hugh Grant no filme About A Boy, de 2002. Talentosinho, o moleque. E a série, repito, é meio nonsense, mas vale conferir. O subtítulo em português já dá a dica: "Juventude à flor da pele" - meio bobinho, mas bem fiel à proposta.

EEE, ainda ontem, mas antes do piti, peguei por acaso um filme começando no ..acho que cinemax, nem lembro. O filme era Eu e as Mulheres [In the land of women, no original], com Adam Brody, Meg Ryan e Kirsten Stewart [não, ela não foi citada por útlimo por acaso, e já explico]. Guiada pela quedinha pelo Brody e pela vontade de ver outra expressão no rosto da Stewart que não a da mocoronga Bella Swan, resolvi assistir - e a surpresa ficou por conta de Makenzie Vega, a fedelhinha de 13 anos que, como muita gente, coloca Kirsten no bolso. Não que isso seja difícil, afinal comprovei que ela não sabe atuar, at all. Mesmo antes da peguete do Edward Cullen, ela já apresentava os mesmos trejeitos, os mesmo cacoetes em cena... Enfim, pra resenhar um pouquinho: a história é de um escritor (Brody) que leva um pé da namorada e pra espairecer vai cuidar da avó em outra cidade. Lá ele se aproxima da vizinha (Meg Rayan) e da filha mais velha (Stewart). Daí depois tirem suas próprias conclusões... eu gostei por ser não-apelativo, com muito diálogo. Nada muito profundo [que eu lembre], mas não é pesado, apesar de abordar assuntos sérios/graves. E a trilha sonora também é deveras agradável. Enfim, #ficaadica

E depois dessas pseudo-resenhas paridas de sabe deus que obscura parte do meu cérebro, eu vou tomar mais um banho friozinho e tentar dormir, que amanhã começa tudo de novo... Hasta!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Domingo eu quero ver o domingo passar...

E olha que hoje eu vi, mesmo, e com uma rara sensação de aproveitamento, ao contrário da comum ideia de desperdício que só os domingos proporcionam aos entendiados natos.

Começou que hoje eu acordei e antes mesmo de sair do quarto mudei a cama de lugar. Há semanas eu queria fazer isso, e o fato de acordar totalmente disposta e realizar isso já deveria ter me indicado que à noitinha a Creuza Crotilde daria sua passadinha dominical [como ela adora] pelo meu quarto. Ainda não entendi como agora tem prateleiras totalmente vazias, nem de onde saiu tanto papel classificado como lixo... mas dá uma sensação de... desentrevamento [?] que só vendo!

O mais legal, além de ter espirrado bem menos que o normal, foi encontrar alguns capítulos impressos da Draco Trilogy. Só sentei pra ler um do Dormiens, e claro que rialto. Ainda esse mês quero começar a preparar os arquivos pra imprimir...

Ah, e a descoberta musical do fim de semana: Everything but The girl. Atrasada zuuuper, mas é muito delícia de ouvir... Triste é que não ‘tô achando muita coisa, só consegui dois cd’s até agora... Mas deus proverá, como dizia a Thaís.

E falando em prover, depois da faxina resolvi revisar textos, meio que um exercício pra encarar os demônios do passado, quase. Modéstia à parte, acho que tem um bom número de coisas aproveitáveis... Anyway, vou organizar melhor, imprimir e mostrar, provavelmente, pro David. Preciso de opinião neutra, se possível de alguém que escreva melhor que eu.

Ah, e outra coisa legal de hoje, além de ter acordado quase meio-dia: assisti Loucos de Amor [Mozart and the Whale, no original]. Com o Josh Hartnett. História de dois Aspergers que se apaixonam depois de se conhecerem no grupo “terapêutico” de autistas que freqüentavam. Achei muito bom, desde o enredo, continuação, até a atuação. Vale conferir!

E agora, depois de um texto bem satisfatório, eu fecho a bodega, mega ansiosa pra trabalhar amanhã. Se não chegar muito tarde e/ou muito podre, eu conto como foi... ;)

P.S.: Bruna, quero muitas fotos de Vitória! =)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Porto Alegre, o tempo e tudo mais

Não deu tempo de fazer as unhas; o cabelo ficou pra alisar lá. A viagem foi tranquila, mas já em Sombrio eu tava de saco cheio de tanto mato e pouco papo. Não é todo dia que eu passo 7 horas sem pronunciar uma palavra! Mas o balanço é: repetiria de boa isso de viajar sozinha. A única pulguinha sobre isso é eu ter me sentido mais parecida com a Jesus que o normal. Mas enfim.

Cheguei em Porto dez pras oito da noite de sexta, e na calçada da rodoviária o Bill me liga desmarcando o que ainda não tínhamos decidido fazer, por causa da chuva e do tal ciclone que tavam prometendo. Pois bem, então rumei pro hotel, só passando na americanas pra comprar meu "jantar" - nunca que eu desceria pra jantar sozinha com aquela chuva. E o elevador do hotel é lento demais pro meu gosto, e me colocaram no décimo andar! Enfim. Assisti um pouco de tv, escrevi pouquissimas linhas e apaguei.

Dia seguinte... levantar, banho, café rápido, alisar cabelo e sair. Andeeeei até não poder mais, meus pés tão doendo até agora! Não é tão bom assim estar em casa, em cada esquina uma loja conhecida - e da qual eu tinha cartão. E eu que tinha prometido começar 2010 sem conta alguma... ppfff. Mas pelo menos começarei com dois vestidos liiindos e uma sandália fooofa. No fim das contas.. dane-se se saí no lucro ou não, eu tava me divertindo pra caramba!! Ah, e achei naquele sebo [que descobri ter vários gêmeos [?] igualmente enormes] mais um do Lee Child: Sem Falhas. Mas sobre isso falo no Estante [já tô na metade], que aliás acho que vai mudar de nome.

O almoço com o Bill e a Karine foi zuuuper, apesar do frio que baixou do nada... Depois, cinema com Cassiano [New moon, de novo - terceira vez e ainda não escrevi sobre, que vexame]. E corre pro hotel se arrumar pro show!! Problemas técnicos com o sutiã resolvidos, saio bem linda [sim, modéstia mandou beijinhos] pro teatro. Não, eu não tirei nenhuma foto além do show pra ilustrar. Na próxima, quem sabe... se depender de mim, não demora muito, até porque quero muito voltar no Dubin, amay aquele pub! - de preferência num fim de semana de sol, que só apareceu quando eu tava indo embora... =/

De souvenir, me restou este:



O ingresso aparece no post sobre o show ;)



domingo, 22 de novembro de 2009

Sweet Soundtracked Life



Well, well, well. Há tempos ensaio compartilhar aqui minhas mais recentes descobertas musicais/lançamentos que me conquistaram, então vamos direto ao ponto.

Começando por Muse. Trio inglês, primeiro CD lançado em 1999, descobri no início do ano com "Supermassive Black Hole", na trilha de Twilight. Como insatisfeita nata que sou, procurei mais, e fui gostando, gostando... até ouvir o CD lançado em 2009, The Resistance. Sente o drama: 



Pronto, viciei. =)

***

Jennifer rostock, minha melhor descoberta do ano. Majoritariamente, punk rock, da Alemanha - e não, nenhuma relação com Ramnstein. Jennifer, inclusive, já tive a sooorte de assistir ao vivo [no dia que descobri, mas isso é detalhe!], show impecável. Só pra provocar:


Recomendo inclusive as versões acústicas, que são poucas, mas indiscutivelmente boas.

***

Black Drowning Chalks. Acreditem se quiser, a banda é de Goiânia. Estudantes de arquitetura, entretanto mandam bem pra caramba no stone rock. Confiram essa do segundo CD, Life is a big Holliday For Us:


Empolgante, né não?

***

E é isso, mais novidades dentro de muuuuuito pouco tempo [salve king size!]. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Deixa Eu Sangrar

Zenti, há muito que os Titãs não lançavam nada novo, né? Aí, quando lançam, é coisa assim, ó... de doer.




Deixe a luz acesa
O ar ficou mais puro
Onde houve beleza
Ficou dito tudo...
Ficou dito tudo

Flores, frases feitas
O meu mundo é outro lugar
Só uma certeza
Faça este dia acordar
A vida se dar
Reafirmar o que vimos juntos

E te ter aqui

Deixa eu sangrar ao menos
Deixa eu chorar então
Deixa eu sangrar ao menos
Deixa eu perder a ilusão
Deixa eu sangrar ao menos
Deixa eu chorar então
Restam a noite, os ventos
E as coisas como são

O teu melhor vestido
Hoje nada mais vai servir
Fique aqui comigo
Abra os olhos, venha assistir
O mundo girar
Ver passar cada segundo

E te deixar ir
___________________________________

CD: Sacos Plásticos; Titãs, 2009. Faixa 8.

domingo, 19 de julho de 2009

19 de Julho

Então que ontem eu fui ver HP e o Enigma do príncipe. Até ia sozinha mesmo, bem curtindo meu blues como fiz o fim de semana todo, mas no meio do caminhjo a Deh ligou e acabei esperando ela. Foi divertido, principalmente na parte em que pude contar o que tá acontecendo sem ela fazer eu me sentir um lixo maior do que já tô sentindo sozinha. E não, eu não virei emo, só estou declaradamente triste com coisas que aconteceram na semana que acabou.

Mas voltando ao filme... bom. gostei mesmo, mas claro que matar alguém e não enterrar ficou meio sem nexo [e não quero ver reclamação de spoiler, que não citei nome nenhum!]. Uma coisa pela qual eu não esperava era pela atuação meia-boca do Felton, isso sim. Porque antes da estréia eu li várias coisas, disseram que ele tava mais expressivo, que dessa vez não era só fazer cara de nojinho - é, realmente, agora ele alternou entre a cara de nojinho e a cara de emo, pelos cantos de Hogwarts. Mas a cena do sectumsempra foi massa, podia ter durado mais... [não, eu não sou sádica, é só porque ele tava legal mesmo]. By the way, ele continua me lembrando o Rodrigo Santoro em Actually Love - como diz a Carol, o "mudinho". Botem aquela peste pra falar, cacete!

E tome Rasura... dói mais que A lista, definitivamente...E falando em música, alguém por favor me lembra de *espancar* o Marcelo Camelo se eu encontrá-lo por aí... Só por Sentimental ele já merecia uma coça, mas depois que ouvi Primeiro Andar, é oficial: vou encher ele de porrada! :s Mas é tudo uma questão de contexto, claro. Tuuudo contexto.

Ah, mas ontem aconteceu mais uma coisa legal: enquanto eu tava esperando a Deh, entrei na Nobel, aí fui na prateleira da L&PM, e comprei "1933 foi um ano ruim", do Fante, e terminei ontem mesmo, porque é bem bom! Agora quero tentar "Pergunte ao Pó "de novo, acho que dessa vez vez consigo terminar... =)

Na real, na real... sabe qual é meu atual estado de espírito? What Sarah Said, Death Cab for Cutie.

...Who's gonna watch you die?...


domingo, 12 de julho de 2009

12 de julho

Sim, sei que hoje é niver de 7 anos do Marquinhos Pomar, but... quero falar é dos meu amiguinhos que vieram me ver, da banda da semana e coisa e tal.

Tipo, cinco pessoas vieram à minha casa hoje: Carol e Fábio, Flávia e Rafael e Ju Ventura. E foi muito tri! apesar do frio, apesar da distância, significou muito pra mim, mesmo a visita de médico da mana. Eu queria tanto que isso acontecesse mais vezes... só ficar de bobeira e jogando conversa fora, sabe? tudo de bom.

E a piração musicar da semana? Paramore. Tudo começou com Decode e I caught myself na trilha de Twilight, até eu ouvir na multishow that's what you get e ir atrás de vídeo e achar mais coisa e baixar dois cd's [riot (2007) e All we know is falling (2005)] e pirar, pirar total na já citada that's what you get, mais franklin e mysery business. Enfim, é bom bagarai.

Agora, esse frio que tá de matar, hein? cruze... até minha garganta tá incomodando... e tome cataflan e benalet! só o que me faltava uma gripe agora que tô sozinha no setor! aliás, coisa digna isso, não canso de dizer... faço meu serviço no meu ritmo, na minha cronologia; ô bênção!

Mudando de saco pra mala... descobri que o Umberto Eco até que é engraçadinho, ao menos no que li até agora de A misteriosa chama da Rainha Loana... e esse eu vou até o final - até porque Carolina e Juliana não me deixaram mais muita coisa pra ler, né =P Limparam minha estante, as bonitas, mas tudo bem...

Ai ai, meu pescoço inteiro tá doendo. Isso não é bom, inclusive com a rigidez que tô sentindo no corpo todo e que dificilmente se explica só pelo frio que tá fazendo.

E a filha do Betinho já tá com quatro meses... parece que foi ontem que ele ligou pra me contar que ela nasceu. Onde eu andei que não vi esse tempo passar, meu pai? oO

sábado, 31 de janeiro de 2009

Danou-se...

Geeeente, minha sorte que não tenho mais paciência pra computador, porque depois dessa eu veria todo o meu tempo [e não só parte dele] escorrendo pelo ralo. Hoje descobri no blog da Karol algo muito, muito útil: O Skoob [aliás, aquele 'Bruto' no link 'mais recentes', foi adicionado por mim... ^^]. É algo como uma biblioteca particular virtual pública... *nó mental*. Estava eu indo dormir, sentei aqui só pra checar e-mail e afins, aí me deparo com isso. Não deu outra, já adicionei 115 livros, isso que boa parte do que eu quis listar não tá cadastrado. Ain, até me sinto útil com esse 'trabalhinho' pela frente!

Ah, e agora é definitivo: empréstimos suspensos por tempo indeterminado, até eu receber tudo de volta e cadastrar, no Skoob e nos programas de gerenciamento que tenho aqui. Por isso e também porque a estante do meu quarto não existe mais, contei pra vocês? Pois é. Um dia entro no quarto e me deparo com a prateleira do som caída. Ela já andava me irritando profundamente, e essa foi o que bastava pra eu me arrenegar: "É hoje que essa porra vai pro fogo!". E ainda quase me custou um dedo!

Mangas arregaçadas, lá fui eu: tirei tudo dela, aí desmontei, limpei tudo e me sentei no sofá da sala, ouvindo Leoni e tirando prego por prego de cada tábua, antes de descer os restos mortais da dita cuja. Mas no meio do processo, esvaziando a penúltima prateleira, o dedo mínimo do meu pé esquerdo colidiu com o pé da cama. Na hora, cortou [sim, cortou, tamanha a precisão da aresta!]. Se quebrou, luxou ou qualquer coisa parecida, só o tempo vai dizer. Só sei que isso foi dia 28 de dezembro de 2008, e ainda dói às vezes.

Mas enfm... fora isso, nada demais. A vida pseudo conjugal de sempre, um blues mais acentuado que o normal... Ah, mais um aquisição bibliográfica, se possível a última até a feira em maio: Vida Dura, da Cláudia Tajes. A mulé é ótema!! Em Dezembro li Dez (quase) Amores, em questão de [pouquíssimas] horas. Já Vida Dura levei dois dias, mas foi divertidíssimo. Só um pouco repetitivo nos termos, mas isso é superável. E cara... ela conhece Pato Branco! Tava lá, citada no livro, e olha que ele foi escrito em 2003, pré efeito Bozena! >.<' Ah, e hoje acabei Hollywood, do Bukowski. Queria de verdade ter levado menos tempo pra ler, achei fantástico. Agora eis me aqui, eu e Regina, Regina e eu... já mencionei que ando surtadinha, surtadinha em Braille? Não passo um dia sem ouvir, e é automático Também andei ouvindo bastante Alanis, que eu aliás pretendo muito assitir dia 07... Mas se não der, não deu, né? não vai ser o primeiro show desse calibre que eu perco, e com certeza não o último... well, não morrendo sem ver o Axl [aff, ainda falta falar do Chinese Democracy...] e a Shirley, tá tudo certo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Personal Penélope

Não, não é a banda. Eu bem que gostaria, mas o que descobri na amiga Amy é uma vocação mais semelhante a da Penélope Nova, em seus áureos tempos de Ponto Pê. O interessante é que deste dom nasceu um clube, e do clube um blog. Se você é uma amadora [e porque não um amador], vale a pena conferir... ;)

Quando entrar pro clube eu conto mais.

Até!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Extra, extra!

Se o Tyler Durden é o alterego revoltadinho do Jack, apresento-lhes pois o meu alterego tímido:



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E seja o que deus quiser.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Salve Victor Ramos

De cabeça erguida o tempo passa mais rápido.


Quando se está com a cabeça erguida, o tempo passa mais rápido, e quando se está cabisbaixo o tempo passa devagar.
Pesquisadores fizeram uma experiência, em que foram fixados três relógios de ponteiro em uma parede de 12 metros. O primeiro relógio estava a 2 metros de altura, o segundo a 7 metros e o terceiro no topo, a 12 metros. Após 48 dias, fora constatado que havia uma diferença de 87 segundos entre eles, assim, o terceiro relógio estava adiantado 1’27’’ em relação ao segundo, que por sua vez, estava adiantado 1’27’’ em relação ao primeiro.
Ainda não há teoria que responda tal fenômeno, mas a maioria dos pesquisadores associa o resultado da pesquisa às teorias da relatividade e da gravidade, de Einstein e Newton, respectivamente.
Daí, se você erguer a cabeça terá a impressão que o tempo passa mais rápido. Por isso que pessoas mais tristes, que vivem cabisbaixas têm a impressão que a vida demora muito para passar. E quando se vive um momento de alegria e felicidade, têm-se a impressão que o tempo passa rapidamente.

Daí a importância de erguer a cabeça nos momentos ruins...

...E abaixar quando se quer que o tempo passe devagar.

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Achei isso no fotolog do mais criativo dono de comunidades do Orkut, o Victor Ramos. E agora comunico: o cara não é bom só nas 'inutilidades orkutianas', tem conteúdo!


sábado, 4 de outubro de 2008

Caio F., eternamente

Texto lindo, Karol que me passou...

***

Poucos nomes tornaram-se ícones indiscutíveis da cultura queer brasileira. Nesse seleto grupo, um dos mais reverenciados é, sem dúvida, Caio Fernando Abreu. Se ainda estivesse entre nós, mortais, Caio teria completado 60 anos no último dia 12 de setembro.

Jornalista bissexto, trabalhou na imprensa apenas o suficiente para ganhar algum $$$ (era com três cifrões que ele grafava a palavra "dinheiro", principalmente quando esse fazia falta). Foi na literatura que Caio se destacou. Limitá-lo, porém, a seus escritos não é suficiente para falar desse escritor que construiu uma estética da existência inigualável.

Gaúcho sem fronteiras

Caio Fernando Abreu nasceu em 1948, na cidade de Santiago, Rio Grande do Sul, e morreu em 1996, na capital Porto Alegre. Mas Caio foi um cidadão do mundo. Curioso e irrequieto, foi muito além do que podia-se esperar de um gaúcho que nasceu no interior do Rio Grande do Sul, em uma cidade da região de Missões, fundada por jesuítas ainda no século XVI, mas com uma população minúscula que nem chegava a 50 mil habitante.

Cursou Letras e Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas não concluiu nenhum dos cursos. Veio para São Paulo e começou a escrever para revistas de grande circulação (Nova, Manchete, Veja, Pop). Durante a ditadura, chegou a ser perseguido pela polícia. Para se esconder, passou um tempo no sítio que a escritora Hilda Hilst possuía em Campinas, interior do estado de São Paulo.

Isso foi em 1968, pouco antes da promulgação do AI-5, ato institucional que fechou ainda mais a repressão. Com o acirramento da censura e da perseguição política, Caio exilou-se por um ano na Europa, passando pela Inglaterra, Suécia, França, Países Baixos e Espanha. Voltou para Porto Alegre, onde usava cabelos vermelhos, brincos nas duas orelhas, batas de veludo cobertas de espelhos, tudo isso em pleno regime militar. Ficou na capital gaúcha até 1983, quando se mudou para o Rio e, dois anos depois, para São Paulo. Sobre o Rio, ele escreveu: "Bem, finalmente estou aqui, e me sentindo muito bem, num lugar fantástico, meio tropical, meio colonial, meio bávaro. Meio muito. Estou ficando saudável, bonito & corado. Uma gracinha. Só me falta agora arrumar um Grande Amor. Assim mesmo, com letras maiúsculas. Virá logo: a cidade é mágica, sensual, afetiva, tesuda".

Em 1994, morou em Paris, mas por pouco tempo. Descobriu-se portador do HIV em uma época pré-coquetel. Por sugestão da amiga Grace Gianouskas (que anos mais tarde se tornaria famosa com a stand-up comedy Terça Insana), retornou para a casa dos pais, em Porto Alegre.

Lirismo engajado

"A homossexualidade não existe, nunca existiu. Existe sexualidade - voltada para um objeto qualquer de desejo. Que pode ou não ter genitália igual, e isso é detalhe. Mas não determina maior ou menor grau de moral ou integridade". É paradoxal pensar que um artista assumidamente gay tenha dito que a homossexualidade não existe. No entanto, cabe lembrar que Caio é herdeiro tanto da chamada revolução sexual dos anos 1960, com seus ideais de amor livre, quanto do desbunde dos anos 1970, que defendia quebras de qualquer limites ou rótulos e cuja maior expressão está na chamada "amizade colorida", uma espécie de relacionamento aberto que chegou até a dar nome a um seriado da Rede Globo.

Ainda que avesso a rótulos, Caio Fernando foi um defensor dos direitos sexuais, mesmo sem militar organicamente. Sua própria existência já dava conta de seu engajamento, ao tratar abertamente de seu desejo por outros homens. Caio freqüentava os ambientes intelectualizados e culturais, mas sempre manteve o pé no underground. Em uma época em que travestis eram anônimas, dedicou um conto e uma carta a Cláudia Wonder (Linda, uma história horrível e Meu amigo Cláudia).

Mas foi sobretudo com sua obra que Caio Fernando mais contribuiu para que a homossexualidade deixasse de ser tabu. No conto Aqueles dois, por exemplo, publicado no livro Morangos mofados, de 1982, ele coloca dois homens em uma situação bem conhecida de muitos gays: as restrições do ambiente de trabalho. Fugindo de qualquer rotulação, dois funcionários de uma repartição pública desenvolvem uma amizade tão intensa que acaba incomodando seus colegas. Caio não deixa saber se os dois teriam ou não algum envolvimento sexual - e é justamente com isso que ele coloca o preconceito em foco. Afinal, por que dois homens não podem amar-se tanto?

A dor

A doença parece não ter incomodo Caio profundamente. Quando soube que era soropositivo, escreveu uma crônica no jornal O Estado de S. Paulo. Dizia ter sido inevitável, uma vez que muitos homossexuais de sua geração estavam com aids. Sua vida foi uma ponte entre dois mundos, o do conservadorismo dos anos que precederam a década de 1960, e o da suposta liberdade pós-1968. Esse trânsito não se fez sem dor. Pelo contrário: viver sem padrões definidos, ou em busca da felicidade ainda que sem regras, não foi fácil. Talvez seja por isso, justamente, que sua obra é constantemente adaptada para o teatro em montagens que revelam a dor de existir.

É esse o caso, por exemplo, de Réquiem para um rapaz triste, de Rodolfo Lima, sobre as personas femininas de Caio Fernando. E Os dragões, de Fernanda Boechat, que mostra como é difícil sobre(viver) após uma separação. Esse tema, aliás, aparece reiteradamente na obra de Caio Fernando. No conto, Os dragões não conhecem o paraíso, ele trata do ser amado que o abandonou, apresentado como um dragão. Diz Caio: "Só quem já teve um dragão em casa pode saber como essa casa parece deserta depois que ele parte. Dunas, geleiras, estepes. Nunca mais reflexos esverdeados pelos cantos, nem perfume de ervas pelo ar, nunca mais fumaças coloridas ou formas como serpentes espreitando pelas frestas de portas entreabertas. Mais triste: nunca mais nenhuma vontade de ser feliz dentro da gente, mesmo que essa felicidade nos deixe com o coração disparado, mãos úmidas, olhos brilhantes e aquela fome incapaz de engolir qualquer coisa. A não ser o belo, que é de ver, não de mastigar, e por isso mesmo também uma forma de desconforto. No turvo seco de uma casa esvaziada da presença de um dragão, mesmo voltando a comer e a dormir normalmente, como fazem as pessoas banais, você não sabe mais se não seria preferível aquele pantanal de antes, cheio de possibilidades – que não aconteciam, mas que importa? – a esta secura de agora. Quando tudo, sem ele, é nada."

Alecrim e manjericão

Aos 47 anos, morando com os pais, doente, ele dizia que passava o tempo "cuidando de rosas no jardim, fazendo canteiros com arruda, alecrim, manjericão". Voltar-se para o cotidiano, para a vida que segue independente de nós, foi um exercício zen que ajudou Caio a lidar com a aids. Dizia também "barganhar com Deus tempo para escrever pelo menos mais seis livros".

"Ando bem, mas um pouco aos trancos. Como costumo dizer, um dia de salto sete, outro de sandália havaiana. É preciso ter muita paciência com esse vírus do cão. E fé em Deus. E falanges de anjos-da-guarda fazendo hora extra. E principalmente amigos como você e muitos outros, graças a Deus, que são melhores que AZT".

Caio nos deixou com suavidade. Mas deixou-nos acolhidos e reconfortados com sua obra e com os reflexos de sua vida que ainda brilham. No final de Os dragões não conhecem o Paraíso, uma voz materna surge para nos dar o que seria seu conselho máximo para todos: "Que seja doce".

***


Em uma palavra: adoooooroo!
.
.
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Se alguém quiser mais, clica aqui.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Eureka!

Descobri, gente. O que tava me faltando era "só" a dança. Uma aula hoje e eu já me sinto tão melhor! Mesmo com a chuva, esse tempinho de tentativa mal sucedida de Londres, esse frio, algo me diz que dançar já é meio caminho andado pra -que seja- amenizar as crises pseudo psicótico-depressivas... o/

...

Se eu parei de escrever? Parei nada, caderninho e notebook do google bombando!! É só que não tenho me dedicado tanto a este meio... Chego em casa e o sono me domina, mas não priem cânico, um dia eu disponibilizo tudinho pras três pessoas que lêem ao menos um dos meus blogs... ;)

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Lendo: O Bibliófilo Aprendiz, de Rubens Borba de Moraes. Tiiiipo... livro bom, idéia interessante, mas é muita prepotência e arrogância pra menos de 50 páginas., cruz credo. Eu vou terminar, mas de teimosa... Sabino é bem mais legal! E agora, com cartão Saraiva, Deus defenda meu salário! Achei todos do Adams, mais Las Luces de Septiembre [*-*], e Angels&Demons ilustrado... ai ai.

E falando em livro... esses dias fui fazer as contas, quase surtei quando [teoricamente] cheguei ao número 'menos de 20' livros nesse ano... mas depois fuça daqui, fuça dali, na verdade é quase 30... o/ E como estamos apenas em setembro, Acho que dá pra bater fácil...

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Falta falar de Closer, Mark Ruffalo, adptações cinematográficas de livros fodões, livros em geral [parece que não acaba nunca! =P]. Ocorreu-me até algo sobre política, depois algo sobre amor verdadeiro, só que a memória anda tãããão seletiva que nem sei mais o que era... Mas falta falar!

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E o pescoço es[cleeeeck]traaaala... Vida Cigana tocando forevermente no wmp, mas vou dormir, que amanhã a vida promete... hasta!
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Em tempo: covardia me e-no-ja... ¬¬'

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Título?

Well well well... taaaanta coisa pra falar! Desde sexta, o passeio na lagoa, o passeio não programado lá pras bandas do canto dos araçás [?]... mas no fim das contas o saldo foi positivo... ou ao menos divertido, né. Sei lá também.

Mas pow, sábado foi do caramba, café e almoço em equipe é o que há =) ... E depois cabelo, e unha, e vestido liiiiindo... E queda de luz, e banda muuuuito massa, e pé no chão, e dançar louca louca... Sem comentários, só mesmo quem tava lá é que sabe!

E a semana começou death metal... ontem e hoje atrasadééérrima na facul, e hoje depois da pressão baixa durante a tarde [e consequente baixa produtividade a tarde toda], a noite bombou: onze da madrugada e eu no tanque... >.<'

E agora me vou pra cama, agarrar o urso e dormir meu sono expresso de beleza, que amanhã os processos me esperam... e também porque na verdade tô meio maleixa [como diria mamãe, que desde sexta pela manhã só revi na noite de terça]. Meio down, mas depois que passar eu tento falar sobre isso...


p.s.: e dá-lhe train no mp3...
p.s.²: porrax, eu não tô prestando nem pra escrever! :s

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

St. Anger 'round my neck... (Pt.1)

07:56 da manhã, eu eu já espumando de raiva. Assim não dá, minhas artérias vão explodir antes dos 30. Só o pescoço eu já estralei três vezes desde as 6:00.

Mas bem, aula de access, que eu provavelmente não precisaria vir. Mas como não basta só eu querer me esforçar, tô me ferrando bonito, por depender de outras pessoas. Nos intervalinhos das instruções eu rabisco aqui.

Geeente... tempo que eu não me dedico a isso aqui, né? tanta coisa... primeiro, o que anunciei sábado passado: os cd's do Train. Em duas palavras: do caralho. Bom, bom, bom, muito bom! Do cd Drops of Jupter, a faixa título e Getaway... "That pain, that stain/Seems like forever/What would you give to getaway..." Pois é. E tem também I wish you would e Respect... E do My Private Nation, de novo a faixa título, e Lincoln Avenue, e Your Every Color, mó bonitinha... "You're better than any rainbow/You're brighter than the sun/You look like my first day of summer/When my spring is on the run"... dói, como dói!

Ahn, e por falar em dores... salve dorflex amigo! Meus ombros estão a pedir arrego, coitados. Mas mesmo assim, dei conta de 33 caixas ontem, sendo 3 delas de agravos... e sem descer do salto! Tô ficando boa nisso... hauhauahuhaua!! quero só ver é se eu não desço mais, aí teremos problemas!

Mas sabe, eu ando meio assim. Parece irritação, mas eu ando mesmo é chateada. De tentar e não ver resultado, por as pessoas não me levarem a sério... sei lá. Vontade de gritar, de parar tudo só com um piscar de olhos, congelar. Aí, quando o mundo todo estiver empoeirando pra todo sempre, eu deito na minha rede pra ler, e tomar martini, e assitir Before Sunset por todos os dias restantes da eternidade.
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...I want a reason for the way things have to be
I need a hand to help build up
Some kind of hope inside of me...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Dias sim, dias não...

Eu já não postei algo com esse título? ah, enfim...

Gente, quem diria, eu pirada no Nando Reis... especificamente, o álbum A letra A. Lindo, lindo. Confesso que no Titãs eu nunca fui muito com a lata dele, mas não era nada pessoal, só uma questão de eu naturalmente não me identificar com a esmagadora maioria do que ele cantava [preferência involuntária disparada pelas do Britto e do Miklos, vai saber por quê...]. Mas isso na época em que a banda tinha aquele ar de escola de samba, por tanta gente em cima do palco. ... Ok, confesso também que nunca me aproximei demasiado do trabalho solo dele, mas definitivamente foi um achado esse cd, perdido na máquina da D. Vilma. Pra quem se interessar, close em 'o meu posto', 'de mãos dadas', 'hoje mesmo' e 'um simples abraço'. Ah, e pr'os cotovelos doloridos [nada a ver com a madrugada/hoje cedo, ok?], tem uma versão diferente de 'mesmo sozinho', que também figura no Volume Dois do Titãs [eu particularmente prefiro a versão da banda, mas enfim. Não sirvo mesmo de parâmetro, então aproveitem a dica ;)].

Ainda no assunto música, cd, parar pra ouvir e coisa e tal... há quanto tempo eu não fazia isso! aliás, há quanto tempo eu não compro cd, né... saudade daquele quase ritual de comprar, chegar em casa e ouvir, ouvir e ouvir mais um pouco, com encarte na mão [ou se revoltando pela 'falta' no mesmo], até aprender a ordem das faixas e respectivas letras.. Eu cheguei ao cúmulo de copiar encartes inteiros, pra carregar na mochila... o Pequeno Universo, do Nenhum de Nós, copiei duas vezes - uma pra mim, uma pra Leh, já que ela pediu com carinho. 13 músicas, de punho. Onde é que foi parar aquele empenho todo, meu pai? Agora nem carta pra Débora eu escrevo mais...

Ah, falando em empenho, mas mudando o universo abordado... eu quero estudar biblioteconomia em inglês. Pode ser franguice da minha parte, mas o gerundismo daqui me IRRITA, isso sem falar no uso do 'onde' em quaisquer frases... claro que muito provavelmente lá [seja lá onde '' for] eu vou encontrar problemas linguísticos equivalentes, mas por enquanto deixa eu sonhar, deixa... É que de repente me ocorreu que faltam bem mais que dois anos e meio pra eu ser uma bibliotecária decente. Isso porque, por mais apaixonada que eu seja por tudo que essa área envolve, me falta o engajamento que faz a diferença, aquele que destaca um entre cem - e faz os artigos aparecerem nos [por mim] tão repelidos periódicos. Eu sou literária demais pra academia, definitivamente... resta a esperança de aprender a me dividir entre uma coisa e outra.

Aff, sono. Vou lá pra cama [vazia.... ¬¬'], me atracar com texto de psicologia... beijo pra quem merece.

domingo, 3 de agosto de 2008

And everytime I scratch my nails...

É, eu estava a ouvir Alanis Morissette... You Oughta Know, pra ser mais específica. Musiquinha bem, ahn, cabível p'ras ressurreições do momento, por assim dizer. O legal é que agora quem brinca de roteirista sou eu! Incrível: eu escrevo, e a coisa acontece!! *risada maléfica* Na verdade, como boa amiga que sou, deveria ter palavras de conforto pro momento... mas... o caralho!!! Não vejo a hora é de desentalar tudo que me engasga, acho até que era disso a dor de garganta do início da semana... Mas eu que não sou maluca de deixar isso me atrapalhar, não agora [nem nunca, se possível], não mesmo!!! Mesmo eu tendo acordado meio individualista hoje...

Aff, agora a rotina de primeira semana do semestre... mó legal! o/ Ação Cultural vai me tirar o sono, bem como Psicologia, mas no bom sentido... e por enquanto até que nem tá tão assutador... [ok, ok, santa ingenuidade a minha...] E pasmem: a semana toda, tirando o dia em que fui ao médico, cheguei no horário... Será isso um indício de melhorias?? tomara...

Ui, Karol acabou de me mandar secret smile, do Semisonic... e meus 14 anos que não voltam! *snif*

Aff, e o cinema da semana? Quarta, The X-Files - I Want to Believe... beeem... pelo menos o Duchovny tá bonitão... [da Gillian nem se fala, né... ] Mas sei lá, como disse o Nigéria, 'faltou o X do Arquivo..." Tipo, o caso foi resolvido sem margem pra mais nada, isso não é Arquivo X! - Isso ou eu que leio mais do que devia assistir... enfim. E mudando o tema do mesmo assunto... ontem, o que diabos foi The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor???? Coisa mais sessão da tarde, pelo amor de deus... Antes de mais nada: cadê a Evelyn perfeita de antes? Eu quero a Rachel Weisz de voltaaaa! Palhaçada, só ela e o Alex envelheceram! [tá bom que ele foi pra melhor *cof,cof* mas mesmo assim...] Já que o Rick e o Jonathan aind são os mesmo,s então que envelhecessem todos cinematograficamente, ela, o Fraser, o Hannah... Aff, aff, aff...

E o trabalho no centro? Definitivamente, essa cidade tá virando o caos... até baldeação de elevador já tenho que fazer!! mas lá é bem mais tranquilo, menos poeira em menos ectoplasma... o/ Pena que vai ser só um mês...

Enfim. Vou-me ao ensaio do coral, eu e meus textos pra aula do Tito [o prof, não o chefe =P], e quem sabe parir mais algo pros concursos mil e incentivos vários...

E rezando, sempre rezando pra toda a neurose e paranóia ser sempre só coisa da minha cabeça, culpa do passado de merda mas um teste pr'um futuro melhorzinho.
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sábado, 26 de julho de 2008

Antes, Durante e Depois

Affe, meu 23 de julho de 2008 merece registro... e tanta coisa pra comentar que eu nem sei por onde começo! Mas primeiro, um comentário aleatório: eu amo o Google. é uma coisa doentia, que vai dominar o mundo, mas é de uma utilidade inegável: email, agenda, docs, bloco de notas [que foi o que salvou esse texto do limbo arquivístico, visto que no trabalho não tenho acesso ao blogger], blog, orkut [que é majoritariamente desnecessário, mas tem lá suas utilidades imprescindíveis]. Eu não vivo mais sem o Google - e o curioso é que da maior ferramenta deles, a pesquisa na www, eu uso bem pouco, comparando com as outras todas.

Enfim, deu de viagem de cybermaníaca. Agora, meu super-dia de anteontem, ou ante-anteontem, sei lá! Dia 23! Pra início de conversa, descobri como é bom tabalhar de manhã - adoraria saber porque isso não se aplica a faculdade, mas tá. Sair horas mais cedo e repetir o trajeto que eu costumava traçar a noite foi mó legal: a casa com os leões no portão nem é tão 'tão' quanto eu imaginava, tinha gente jogando naquele campinho que no escuro parece assutador... o caminho pareceu mais curto, e no meio dele, passou por mim um senhor carregando uma vareta com umas coisinhas coloridas em cima... quando chegou perto que vi: periquitos, de verdade, bem calminhos e obedientes, passeando com o provalvelmente dono. Achei fofo!

Depois disso fui pra casinha, me arrumar pro show do ano. Cabelo quase perfeito mas aí, saindo de casa... choveu. Ainda bem que eu já estava no ônibus, senão teria tido um faniquito. Mas correu tudo bem, a Ju acertou o ônibus e fomos todos felizes pro CIC. E não é que eu cheguei a tempo de um restinho da passagem de som? Ouvi de longe e já saí correndo, grudar na porta. Aí encontrar o Nigéria no matisse, martini, esperar a Débora, rir da cara do Guilherme, e finalmente subir e esperar. E esperar mais um pouco. E esperar o Carlos parar logo com o efeito do início do show, pr'os guris entrarem de uma vez. Mas finalmente parou, eles entraram, e foi simplesmente DI-VI-NO.

Tá bom que eu e a Deh pagamos OOOO mico quando levantamos só as duas em obsessão, mas a gente tava tãããão empolgada que nem ligou. E eu ainda comemorei quando o Thedy disse pro povo que podia levantar.... =D Aliás, esse deu um showzinho a parte: tava uma comédia, o menino! Mesmo errando a letra do Engenheiros com o Malenotti, foi super super super. E por falar no meu quase vizinho, 'fim de tarde com você' foi tão... tão! Mas sabe o que foi mais legal? ver o Nigéria levantar e cantar, visivelmente empolgado (mesmo tentando disfarçar ao máximo.. =P ) E camarim também foi tudo de bom, fotos várias, Carol ligou pra falar com o Carlos, João super atencioso como sempre, Sady foférrimo de jardineira, e ah, eu ganhei uma palheta do Veco... o/ só o Thedy que tava meio inacessível [não que isso seja novidade]. Mas teve uma notícia ruim: Os Beneditos não existe mais. Falei com o Luciano depois de sair do teatro, e ele me deu essa lastimosa notícia. *snif*

Mas tá.. apesar das hienas do rei leão na rampa, do vestido parecendo cortina de banho, das pessoas mal penteadas e sem semancol e gente covarde, foi A noite... uma lástima sem medidas perder o segundo round, mas acontece nas melhores famílias, né? Quem sabe Cidadão semana que vem... Mas antes eu preciso comprar um caderno, e preciso muito muito muito de um abraço bem apertado, que faça o mundo parar de girar desse jeito louco, que eu já quero descer.

Muito chato isso de ser adulto.