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terça-feira, 7 de setembro de 2010

pequenos comentários desconexos

Como há muito eu me devia uma auto-terapia, me abalei pro cinema nessa véspera de feriado. Três filmes, quase emendados.

Primeiro, O Estudante. Mexicano. E Sensacional. E lindo. E chorei pacas, #prontofalei. 

Depois, Karatê Kid 'versão Kung Fu'. Pófalá? fiquei com orgulho pelo Will Smith pelo filho dele [sim, semanticamente confuso, mas... dane-se. Quem sente sou eu]. Fodão também, recomendadíssimo.

Pra encerrar, Inception. Sobre esse, prefiro comentar depois de algumas noites de sono. Desconfio que jamais sonharei como antigamente... 

Mas o mais legal foram os intervalos:

Entre o primeiro e o segundo eu pretendia reforçar o estoque de lencinhos de papel [porque. né.], mas acabei invariavelmente na Nobel. Na bolsa, Um caderno capa dura [que no fim eu não precisava pois tinha outro na bolsa, mas só lembrei disso depois de estreá-lo] e 24 horas na vida de uma mulher, que eu pretendia ler entre o segundo e o terceiro filme, mas claro que não li uma linha sequer, porque o segundo filme terminou 15 minutos depois do previsto, e aí já avacalhou todos os meus planos - com a ajuda da enxaqueca sempre amiga, né. Corre na farmácia, escreve enquanto espera o lanche e pronto, tá hora de encontrar amigo pra terceira sessão do dia. 

***

Aí, sobre seres humanos, só o que tenho a declarar é que eu sou idiota, muito idiota.
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Pensa no que é uma pessoa com o cérebro a ponto de explodir e não ter um filho da puta pra desabafar. Pensa.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Brainstorm rules

Nada como uma noite em claro e uma crise semi-histérica as cinco da manhã pra destravar o cérebro da pessoa, né não?
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Ontem eu tava quase assinando testamento, hoje eu só passei o dia implorando por uma cama mesmo... por que o dia FOI BOM. 

Acorda, banho, seca cabelo, corre pra orientação, fala com Débora, reunião produtiva, horário de trabalho facilmente rearranjado, casa, dormiiiiiir, trabalho, oficina produtiva, com bônus de amigo no caminho de volta pra casa. Tudo fluiu, tudo funcionou. Nem parecia a minha vida, de tão...indolor que foi.

Agora eu tô mais tranquila sobre o TCC, com as coisas se encaminhando mais claramente... Taylor Momsen berra sem parar no meu player e isso me dá uma força sem tamanho [the Pretty Reckless é no momento a melhor coisa do mundo, mas disso eu falo em outro post]. Só preciso dar conta desse trabalho que continua uma incógnita pra mim pra apresentar amanhã e aí... sossego!

Porque tem feriado à vista, e uma força invisível como que me impelindo pra fora da cidade. Sem grana pra fugir pra PoA, pensei em pedir asilo em Camboriú, mas aí lembrei que sexta tem Bombinhas, domingo [ou sábado, agora lembrei que esqueci de perguntar o dia exato] talvez outro compromisso por perto de casa e terça aniversário de madrinha. Comofas pra fugir? Resposta: não faz, foge no próximo... =/

Em tempo: aluninhos do Senac, parabéns por hoje. Aos que mataram a oficina pra ir tomar Chope, duas punições os aguardam: por faltar e por não me convidarem. Aguardem!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

parcial das 15:30

então que o dia começou atravessadaço, mas resolver facilmente uma pendência indevida na BPSC e ver o caixa do Barato da Ilha lendo O Último Olimpiano quando fui comprar um danoninho pra beber até que serviu pra lembrar porque se deve segurar as pontas e não mandar tudo pro inferno nesses momentos de fúria assassina que me acometem.

Outra coisa que também ajuda a me aprumar é perceber que já aprendi com momentos semelhantes anteriores... agora eu sei, por exemplo, que daqui umas duas ou três horas eu estarei tão prestável quanto um peso de papel. Utilidade zero. Mas aí quem sabe eu tomo uma neosaldina, pra infelizmente só na hora de ir embora vir o gás que eu preciso pra começar a estudar pro trabalho de tópicos especiais aplicados à biblioteconomia. [rápido comentário aleatório: essa parece a mais inútil das fases, zezuis. Uma disciplina mais sem noção que a outra...].

Mas ah, deixa eu contar do dia atravessado, assim só pra extravazar um cadinho? então tá.

Mãe entra no quarto pra me chamar dizendo não saber que horas eram aquilo. Jogou o celular na minha mão, eu olhei com um olho só, disse '6:42.. não quero!' e afundei nos travesseiros. Ela saiu do quarto e em seguida eu fui atrás, esperando encontrá-la na cozinha... e não dormindo de novo, mas tá. Desci, sonolenta, mas acordei rapidinho quando o sensor de presença recém instalado disparou e despachou meu possível resto de bom humor pro quinto dos infernos. Tomei meu desjejum, bateu o frio... aí voltei pra cama, do celular encaminhei a resenha da Juliana pra Aline imprimir na faculdade e pensei 'foda-se, vou dormir, puta dor de ouvido enchendo o saco...' nisso minha mente berra lá do fundo AHAM NAYANA, SENTA LÁ!
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Lembra de quando o bom humor foi embora? pois o sacana deu carona pro sono, me largaram os dois em casa sozinha. Assisti um ep de friends e um de Old Christine, até sucumbir. Depois vieram pequenas coisinhas e caretinhas de pessoas sem noção que só engordam a bola de neve de um dia blergh, que aliás só é blergh pra mim e por dentro, porque lá fora tá lindo lindo, um ventinho morno [que boa coisa não traz, claro, mas aproveitemos enquanto é possível] que dá vontade de pedir folga e ir passear na beiramar...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

De ontem, no balcão:

'É nóis que brilha, vagalume!' (PINTO, 2010).

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Como é que eu não ia morrer de saudade da minha cidade, do meu trabalho e dos aluninhos do SENAC que largam dessas no meio do meu expediente, e quando digo que vai pro blog com citação de acordo com ABNT ainda me diz 'peraí, usa outro sobrenome, não quero que você mostre meu pinto no seu blog!'?

Ai ai. 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Meu cérebro dói [ou ‘ansiedade é uma merda’]

Porque... Né? Ansiedade é uma merda mesmo. Fato. Eu passei a semana inteirinha com alguma dor em algum ponto do corpo. E sou tão abobada que só hoje fiz meu próprio diagnóstico: a merda da ansiedade! Certeza que, se não assim que puser os pés em São Paulo, no máximo quando chegar de volta, uns 97% de todo esse mal estar passa.

Aai dezembro que não chega...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ontem o dia foi trash metal. A começar por ter que sair quase tão logo acordei, depois cumprir o circuito shopping de cooper pagando contas, mais voltas no centro pra cópias de livro mais baratas e quando pensei que finalmente poderia sentar meu corpinho gelado por alguns minutos na livraria e escrever alguma coisa, olho no relógio e surpresa!, falta menos de meia hora pro expediente começar... então lá fui eu, quase barrada pelo vento sul, a caminho do meu amado trabalho [sem ironia]. De início, sistema uma zona, depois normalizou e aí quando tudo caminhava na santa paz me dominou aquele cansaço pós descarga de adrenalina, sabe? Muito chato, mas com força de vontade acho que trabalhei direitinho...

Entretanto, que bem mais tarde eu cheguei em casa, carreguei meu jantar pra sala e perguntei a Papis que tinha de bom pra ver na TV. Ele responde ‘eu tava assistindo um programa de música clássica na cultura, mas acho que tem um aqui que tu vai gostar ainda mais...’ quando ele disse isso, antes mesmo de encostar no controle remoto, eu soube a que ele se referia daquele jeito mal disfarçado: só podia mesmo ser De repente 30. E não interessa se eu já vi quase mais de trinta vezes, o jeito do meu pai lembrar de mim e esperar eu chegar em casa pra me contar que tá passando, mais assistir o final que seja, já foi mais que suficiente pra relaxar depois de um dia estressante. Em suma, eu quero um Matt Flamhaff pra mim.

Mas aí hoje Florianópolis tomada por esse frio glacial, e por menos magra que eu seja, parece faltar corpo pra tanto casaco, e falta pescoço pra conseguir mexer a cabeça com duas voltas de cachecol logo abaixo da mesma. As nove e meia da noite eu constatei uma dor nos braços que não tem outras explicação senão a força extra que se precisa fazer pra levantar um livro. Fora que, antes de tudo, não dá a menor vontade de sair da cama. Hoje então, já não tinha dormido direito, e quase na hora de sair, junto com o frio bateu uma tristeza que meudeusdocéu. Não queria fazer nada além de chorar até engasgar ou as lágrimas me congelarem o rosto, o que viesse primeiro.
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Sabe aqueles dias em que tu vives no automático, só porque não existe direção que não seja em frente? Assim.

sábado, 31 de julho de 2010

Brainstorming de Sábado

Não só sábado pela manhã – meu cérebro operou a 120 sem freio desde as duas, quando desliguei o computador e apaguei a luz, mas logo tava salvando rascunho no celular [preguiça de acender luz de novo e buscar caderno], porque a ideia veio milagrosamente pronta e era boa demais pra que se perdesse até eu acordar. Pra não dizerem que é mentira, tem outro texto novo [segundo em menos de 24h] no Às vezes tudo, Às vezes nada [propaganda é a alma do negócio, afinal].

Então dormi depois das 2:15, levantei as 5 :40 e cheguei no trabalho as 7:30. Amarradona. Na pilha. Zero, como diria Kênia. Num átimo dei conta de todas as devoluções da ‘caixa coletora’ [sempre me pergunto se, quando existir efetivamente a caixa e não só a abertura, alguém jogará um gato ou outro mascote por ali, como aconteceu com Dewey Readmore Books...], atendi, fiz levantamento e recuperei trocentos artigos, tudo bem mocinha, ouvindo Zélia Duncan, Panic At The Disco e Regina Spektor...

Porque nada como uma caminhadinha saudável por um almoço tradicional e uma tarde de ócio pseudo produtivo – quase nada pra fazer aqui, praticamente sem pessoas pra atender então pude assistir excelentíssimo Sr. Corrêa cantando Lupicínio no Som Brasil [todos os vídeos do programa aqui]. Sobre os vídeos do Thedy, só tenho dois comentários: wft bigode? E masqueéqueaconteceu com a voz dele, que ficou ainda mais séquiçi cantando nervos de aço?!

Sem mais para o momento, despeço-me. Cruj, Cruj, Cruj, tchau!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

C'est Fini

[tá certo isso? enfim].

YEY, acabou-se o meu semestre de estudos aulas e coisas. Última prova do alemão, passei, assisti Lola Rennt [Corra, Lola, Corra] e fiquei cansada só de ver a criatura correndo loca pela cidade três vezes seguidas. Mas tá. CABÔ, agora só dia 26 que começa tudo de novo - pra mim, academicamente falando. Mas dia 19 lá vou eu atender os alunos do Senac bem igual um elfo doméstico. Ai.

E como eu sou do tipo que tenta descansar carregando pedra, aproveitei o tédio MORTAL de hoje pra começar a odisseia atrás de uma academia. Decidi hoje, depois de ficar tonta estudando alemão no ônibus, que me daria o prazo de dez dias pra procurar/encontrar e DECIDIR por uma atividade física que me agrade. Yoga, que seja. Qualquer coisa pra dar jeito nesse corpo fora do esquadro e na cabeça instável que precisa mais que nunca funcionar direitinho em 2010/2.

Tava afim de falar sobre as mudanças que quero fazer no meu quarto. E no meu guardarroupa [argh], assim de dentro pra fora. Hoje li que só vestir uma roupa diferente do que se usa sempre ajuda a melhorar o desempenho cerebral do cidadão. Ou seja, cada dia mais eu vejo reforços à minha teoria de que, salvo exceções de origem biológica, só é tapado quem quer... já a preguiça é um mal externo, cara. De boa. Por isso o desenvolvimento da ideia inicial do paragrafo fica pra outro dia...

E outra coisa que rende papo: cada vez mais músicas que inspiram cenas que eu prometo, um dia, concentrar quase todas num mesmo filme. Tenho vários cacos de ideia que um bom continuista [é assim que chama?] dá jeito de costurar na mesma história. A exceção é a ideia de teoria conspiratória e totalmente apologista [existe sim, eu consultei] à minha profissão, mas isso eu só divulgo depois de registrado.

E por aqui chega. fiquem atentos aos próximos irrelevantes capítulos. 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ooooii =)

Agora que passou o inferno astral, dá até vontade de falar, sabe?

Pra variar, não lembro de nada do que pensei a caminho de casa, óbvio. Porque eu sempre prometo que A PARTIR DE HOJE eu vou bloggar quase tudo que me vier à mente, por isso andarei com um caderninho sempre na bolsa, pra anotar tudo... Sério, não sei mais desde quando nem quantas vezes já determinei isso, já combinei comigo mesma. o probleminha é que eu sempre esqueço de considerar que a) tem bolsa que não cabe caderninho; b)tem lugares e momentos que simplesmente não há como escrever; c) normalmente, se tô ocupada pensando, meu cérebro se recusa a anular a preguiça de escrever - a ação propriamente dita, sabe, de puxar papel e caneta e mover os dedos e tal... o que só me frusta quando remete à ideia da impressora acoplada de fábrica. Ao menos se desse pra salvar o arquivo pra edição futura... 

Porque sério [modestamode: off], se eventualmente relendo o que escrevo aqui eu já me acho fodinha às vezes, e vez ou outra até tem um maluco que concorda, é porque ninguém acessa nem 50% de todas as minhas ideias geniais. [modestamode:on]

***

Mas como eu ia dizendo, hoje tô me sentindo bem bem. Tipo, infinitamente melhor que todos os momentos de paz dos últimos 30 dias juntos. Deixa recapitular ontem, a começar pelas pessoas que encontrei [por plano prévio, total acaso ou súbita ideia, tanto faz]: Bru, Kammy, Deh, Charlie, Fog, Betinho e... perdão se não lembro agora, mas acho que pessoalmente foi só isso mesmo, além das que já vejo diariamente no trabalho [sim, porque estagiária foda é outra coisa: vai ao trabalho mesmo estando de folga!]. e, ah, claro, óbvio, impossível não mencionar: excelentíssima Lya Luft, né. Mas isso é caso pra post seguinte...

Teve também os telefonemas e recados mais inesperados e que fizeram um bem danado, como Claudia Messores, Karol, Lizi, Xuh, Ágata, Lani... adorei adorei adorei =)


sábado, 12 de junho de 2010

Sadly

Então que fui comentar no blog do David Mattos e a palavra pra confirmação de comentário que apareceu foi exatamente essa: Sadly. Internet fanfarrona.

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E hoje foi o dia dos cheiros nostálgicos, sendo mais marcante o da Leh, aquela mistura de cigarro com trident fresh mint que eu gostava tanto e senti por quase todo o caminho de casa. Ouvindo e aprendendo letras da Jennifer Rostock e Wir Sind Helden. 

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E os sonhos bizarros? digo, não necessariamente bizarros, mas mais sem sentido que o normal dos sonhos: Flávio, David, Gustavo, numa festa na casa do Fábio, que não era a real, mas ainda assim... é, acho que tá na hora de um deusébom na Nayana...

***

Eu já disse que eu amo meu trabalho? sim, eu amo, alucinadamente. Fazer leitura de estante ouvindo Electric Mary é deveras digno... e ... e... e tudo lá é legal, no melhor estilo 'tirando o ruim, tá tudo bom', e assim caminha a humanindade...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Longas Rapidinhas

Eu ando calada. Até eu notei, e olha que comigo continuo conversando como sempre fiz. Mas sei lá, ultimamente a preguiça até de existir é grande, imagina de falar... e escrever. E ler. Sim, EU, com preguiça de ler. . E é incrível como quanto maior a preguiça, mais coisa me vem a cabeça – ou vice e versa, sei lá... mas de repente eu sinto uma arrebatamento e é como se a represa rachasse, e dá-lhe verborragia. Mas, pra não twittar vários assuntos diferentes um atrás do outro, então reúno tudo aqui numa postagem só...

***

Acabo de receber e-mail de professora dizendo que tem aula normal na sexta. Sério, pessoa tem que ser muito sem coração pra dar duas aulas as 7:30 da manhã de sexta feira, né não? ainda mais sendo a única disciplina do dia, com evento da área rolando em outro lado da cidade... puta falta de sacanagem, prontofalei!

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Fim de semana passado foi sensacional. Tão, mas tão bom, que até retomei as leituras de Harry Potter [comentário não-modesto: identifiquei um Ordem da Fênix simplesmente pela espessura, sem ver um milímetro sequer da lombada nem da capa nem de nada], já tô no meio d’O Enigma do Príncipe e certeza que antes do meu niver termino tudo de novo... Até porque chegar em casa na segunda de manhã e descobrir que meu dear Felton ganhou o MTV awards de melhor vilão foi bem estimulante! E ainda flaando de livro: comecei Diário de um Magro, do Mário Prata. Impagável!

***

E a única coisa que falarei sobre o dia dos namorados é que eu não falarei nada sobre isso [além deste paradoxo esdrúxulo]. Solteiro tem nada que meter o bedelho em assunto de compromissados. Agora, ainda no quesito datas, só comento que faltam 5 dias pra começar meu inferno astral. E aparentemente, tá dando mostras prévias do que será... #ohgod

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Mentira, tem uma coisa sobre o dia 12 que eu preciso mencionar: o casamento da Diene. Primeiro pensamento: caceteaquelapequerruxadoprévaicasar! E aí me veio a ideia de depois montar um álbum “linha do tempo” com fotos nossas, desde festa junina em 1994, passando por aniversários, primeira eucaristia, crisma, essas coisas todas que fizemos juntas... anyway, tô bem ansiosinha por esse festerê, a cambada que eu imagino encontrar lá não tá no gibi! Depois eu conto como foi...

***

Agora sim mudando de assunto: borocoxô. Vani largou essa no twitter ontem e achei digno, porque era essa a palavra que eu vinha procurando há dias e, na falta de melhor, usava numb – um termo muito bom, mas quem não fala inglês não entende, e quem fala tem dificuldade pra explicar. Então é isso, o que tem me acometido é uma sensação borocoxô.

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Mas sabem quem me anima? Meu oftalmologista. Ano passado, na primeira consulta, ele -além de finalmente receitar óculos [coisa que eu já esperava há anos, e o outro não diagnosticava]- me mandou fazer yoga. Esse ano, além de perguntar não só pelos meus olhos, mas pela minha saúde geral, me deu um atestado e disse ‘sabe o que tu deve fazer hoje a tarde? Tirar uma bela duma soneca!’. E meu pai ainda reclama dele, tsc tsc...

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Universo é um fanfarrão mesmo. Isso só me lembra que já passou da hora de eu criar o concorrente do vidademerda, que já batizei de somefodo.com. Porque a pessoa vem trabalhar com atestado e olho de lêmure e aí é mega produtiva. Digo, não fiz nada além do mínimo necessário, mas esse mínimo necessário saiu muito melhor que nos dois dias anteriores. Aí fico na dúvida se é o Garfield que tem razão e a culpa é das segundas-feiras, ou se é só que os alunos do Senac acordam com as bicha esvoroçada no início da semana...

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E tem as descobertas musicais, mas já tá muito grande, fica pra depois. Mas depois outro dia, porque ainda tem mil trabalhos e coisas pra terminar e amanhã tem que estar às 8:30 no Colégio de Aplicação da UFSC. Pergunta se eu chegar nessa bodega, pergunta... e olha que eu devia saber, né? Mas enfim... tá na hora de fechar a casa. Quando tiver mais alguma atualização sem importância e desinteressante, eu volto. Hasta!

domingo, 30 de maio de 2010

I Love My Job

E fiquei devendo comentários mais concretos sobre as oficinas, né? pois então. Começar explicando, que tal? =P

No princípio era a chefe, que tinha em sua agenda duas oficinas de 4 horas pra ministrar em dois sábados do ano pros alunos lá da faculdade. O tema é Pesquisa Acadêmica na Web - basicamente fontes e bancos de dados que auxiliem as pessoas a fazer seus trabalhos acadêmicos, mais um bônus de alguns recursos do Pergamum, pra ver se eles aprendem a não pagar multa oferecer mais autonomia pr'os usuários. Aí aparecemos eu e Juliana com nosso querido estágio obrigatório, e dentro dele um estudo de usuário, e disso a ideia de aproveitar os dados alarmantes da pesquisa pra algo útil. Então condensamos o programa da oficina de 4 horas pra uma hora e meia e fomos felizes apresentar pr'as primeiras fases. 

A primeira foi no curso de Gestão Comercial. foi tudo muito tranquilo, várias pessoas que eu já conhecia e gosto muito, então fiquei bem a vontade. Mas a segunda foi ainda melhor porque já havíamos praticado e a turma era muito, mas muito legal - maior e mesmo assim mais tranquila. Só tenho a agradecer pela disposição do prof. Sandro e atenção dos alunos =) Amanhã tem no curso de TI, e desse tô com medo, creditam? mas depois eu conto como foi também... E já tô com mil ideias pras próximas, pensando até em trilha sonora que eu sei que não rola, mas seria muito tri...

Mas enfim... a utilidade disso? pra quem lê, nenhuma, acho. Mas pra mim tá sendo único, a cada dia trabalhando lá eu cresço um pouquinho mais [já comentei né, quando tava lá há uns dois meses eu me dei conta de que tinha crescido mais que nos últimos dois anos...], e quando eu saio da sala dá até uma vontadinha [bem de leve, ainda, mas dá] de ser professora de algo - mas só se for algo que eu goste MUITO, e pra pessoas REALMENTE interessadas, que senão não dou conta e ou saio de lá direto pro analista, ou atiro um pela janela... =P 

gee, that looks like fun!

sim, Faith no More aleatoriamente...

sobre fun... desde sexta! tá que no citado dia acordei um liiixo, mas depois melhorou. Depois ficou mais ou menos depois zuper, depois... schlecht [Kêniaessaépravocê=*] e depois de todos os kaputt [oiFafinho=P] resolvidos, creio que tá tudo ok... 

resumão: chopp do Gus, banda legal, o Guto [cabelo mais foda eeeever, cara] super simpatia, pessoas especiais e divertidas e Carol e Xuh experimentando drinks, e meldels Aline tomou uma Stella sozinha e... quero de novo, só sem o diabo verde ;) De sábado e domingo, depois de todo mundo recuperado, a gente confirma que intimidade é uma merda, mas é tão bom se sentir em casa entre pessoas que você gosta tanto! Ok, isso tá tão piegas que não pareço eu escrevendo, mas dane-se. Deixa eu curtir meu momento Ilovemyfriends, porque não moramos todos perto um do outro, não temos um café oficial pra nos reunirmos, mas onde estivermos está feita a festa =]

E que venha o próximo fim de semana de Uno, Wii, drinks legais e papo pro ar... o/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A tinta não pegou na raiz...

mas tanto tempo de salão deve ter me afetado, tô me sentindo meio desorganizada assim cerebral e internamente falando. A começar por essa dor ridícula quando tento beber um simples gole d'água. Não sei se foi o tempo com papel alumínio na cabeça, algo resultante do teste ergométrico ou do ecocardiograma, ou só a notícia do fio branco que Zeneide achou entre minhas madeixas [e já tirou]. Aliás, momento master da pessoa: corte diferente do que eu queria: 20 reais; coloração idem: 60 reais; ouvir a cabeleireira repetir DUAS vezes pra mim e pra dona do salão que meu cabelo é muito bom: não tem preço! [esse deve ser o terceiro momento master que o Ilha Center me proporciona, cara. Incrível.]

E o tcc, como anda? não anda. Ia mandar pra profa agora, mas descobri que ficou no Juva ontem a noite, e a preguiça de descer, ligar monitor, plugar aqui e ali e o escambau a quatro é grande demais. Pra quem atrasou dois dias, atrasa três. Fo***a e fo***a e meia... triste é que ainda falta sumário, referências e o trambolho da revisão de literatura, que continua sendo non sense pra mim. Mas, como dizia Thaís, deus proverá, deus proverá...

E agora me vou porque amanhã tem visita no Centro de Estudos Miguel Salles Cavalcanti [lembrei!], no Hospital Infantil... certeza que roubarei um chazinho pra matar a saudade da copa... ;) 

[mals aê se falei nada com coisa nenhuma, mas é que cérebro tá realmente fora do funcionamento normal... depois conto da oficina de hoje, com a primeira fase do Processos Gerenciais e dos exames e tal... Nacht!]

sábado, 22 de maio de 2010

Dia pesado de uma semana canina. Um sono além do normal, mas o trabalho foi gratificante, a sexta me trouxe uma ligação muito esperada e por fim, chegar em casa e conversar com duas das minhas adultas favoritas só podia me dar a tranquilidade que eu preciso pra saber que, meio torto às vezes, ainda assim tô fazendo tudo direitinho...

Que venha amanhã.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Queria mandar um beijo

pra todos os autores que li na faculdade, em especial aqueles que escrevem mal pra cacete. Graças a vocês, meu intelecto trabalha dobrado em cada artigo, parte fazendo o trabalho que os professores me pedem, parte corrigindo mentalmente seus textos podres pra tentar entender alguma coisa e extrair deles algo útil.
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Um Beeeeeeijo!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu não sei nem por onde começar

Com tanta coisa na cabeça esperando pra sair...

Oficina de Pesquisa Acadêmica na WEB, com a primeira fase de Gestão Comercial hoje. Tirando quem não calava a boca, eu amei amei amei. O povo participou legal, eu não titubeei na minha parte e foi legal legal legal. Quase dá vontade de ser professora, mas aí tu pensa duas vezes e é o mesmo caso de ser mãe: todo dia, não rola mesmo. Não pra mim. Mas experiências esporádicas do gênero me animam pra caramba.

A parte xarope do dia foi lidar com demoras e seres com a maturidade emocional de uma samambaia, mas nada que uma noite de sono bem dormido não resolva. A parte chata da parte xarope é que isso intensifica minha vontade/necessidade de conversar com seres inteligentes, sobre qualquer coisa tão banal quanto profunda. Lembro dos que voltaram pra seus longes [ou só continuam não-perto] e isso dá um blues assim de leve, mas passa também...

Maas ah, falando em sono... sonho bi-zarro de hoje cedo: algo envolvendo praia do Forte, carro com freio de mão não funcionando direito, gente querendo me matar, viagens no tempo e uma menina bonita. E, EEEEE o Albert Einstein passeando pelo pátio, descabelado como habitual, porém jovem, e prontofalei: mó saradinho, o guri. [Gardenal na Nayana? siiiiimmm!]
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Ok. Depois de compartilhar esse momento tão íntimo da minha eventual insanidade só me resta mesmo dormir, que ainda não aliviei o cérebro mas a miopia [bem como a preguiça de buscar os óculos] domina o ser que vos escreve... Gute Nacht!

segunda-feira, 10 de maio de 2010


então que sonhei outra vez que um sonho de consumo meu despencou lá do sudoeste; veio me buscar pra passarmos virada do ano juntos [tamanha a ânsia de acabar logo a faculdade que já tô sonhando com dezembro...], só que dessa vez eu estava de volta à casa que morava antes da que moro atualmente - vira e mexe sonho com ela, bem como com pessoas lá que jamais a conheceram.

Acho que meu caso nem Freud, viu.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Todas as línguas do mundo [ui!]

Tô falando de idiomas, viu? mente poluída...

Então que nesse fim de semana que acabou eu achei uns três cd's de rock francês.. inicialmente, eu andava atrás de Luke, Kaolin e Eiffel [não o 65, pelamor], quiçá Blankass. Só encontrei algo tudo do primeiro, e descobri outra coisinha mas isso foi agora de manhã: Déportivo, que pelo que ouvi até agora tô achando até quase mais legal que Luke. Tá, definitivamente mais legal. Menos estranho aos meus ouvidos não acostumados com os biquinhos, creio. Agora só falta alguém pra ouvir [e curtir] isso tudo comigo, e se aparecer um'alma querendo também aprender tudojuntomisturadoaomesmotempoagora, também reclamo não...

Ah, e por falar em comigo fiquei sabendo diretamente da fonte: Zuleika e os Confirmados [pra quem não conhece, degustação no fim do post] dia 22, sábado [o/], no 1007. Quem topa? Só pra constar, sim, convidarei a cada vez que postar algo aqui, bem como umas duas vezes por dia no twitter... [tá, só uma pra ninguém encher tanto o saco]. 

***

Ainda falando de mim: esse clima ameno e bonito faz com que eu me sinta muito bem, ao menos até onde a gripe permite. Quem sabe até sexta já tô 100%, espero, o que na verdade não adianta muita coisa porque programa de sábado é tabular questionário de estudo da biblioteca e depois aniversário de sobrinho emprestado/quase inexistente, mas por agora ainda consigo vislumbrar perspectiva de alguma diversão, só não sei exatamente com quem/como/quando/onde/por quê. Mas o vislumbre já anima.

***

E comentando de ontem... Deh aqui, filminhos legais [juro que ela quem escolheu How to lose a guy in 10 days!], brigadeiro, bate papo noturno. Se continuar desse jeito, tirando o ruim fica tudo bom.

***

E como prometido... enjoy:

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hoje eu comprei uma blusa nova que eu não podia ter comprado, mas precisei muito porque a) depois do meio dia fez um calor idiotinha em Floripa; b) descobri um furo na que eu estava usando; c) a dita blusa furada de repente não era mais confortável, principalmente pra trabalhar. Então eu comprei uma blusa nova, uma blusa azul que combina com a listrinha do meu tênis e com o céu. Perguntei se eu fiquei gorda com ela e disseram que sim, mas nem ligo porque enquanto eu esperava pra atravessar a Hercílio Luz parou um carro no sinal tocando Túnel do Tempo, do Frejat [também conhecida como a música que toca no fim d’Os normais – o Filme].

...Mas há dias em que nada faz sentido
E os sinais que me ligam ao mundo se desligam...

***

E chegaram as novas aquisições da B-Nay: O Vendedor de Armas, Trabalhos de Amor Perdidos e Caim; peguei depois do almoço e tava que não sabia o que ler primeiro, até que decidi pelo Saramago. Já passei da página 50 e apesar de vezenquando precisar voltar nos diálogos [não entendo o que ele tem contra travessões], tá fluindo satisfatoriamente – o que me dá a deixa pra falar do blog literário: vou continuar, certeza, só não vou mais tentar ser tão formal quanto pretendia. Ainda escrevendo bonitinho, mas sem tom de resenha impessoal e nem aí pro juízo de valor e provavelmente com spoiler.

Aliáás, por falar em juízo de valor, tem momentos em que eu acho que não preciso efetivamente escrever meu TCC, já que minhas propostas são sempre deturpadas. Dá ódio, cara. A pessoa sofre durante dias pensando coméqueuvôescrevêessatranqueira? pra, quando consegue [muito bem, achamos eu e minha modéstia], vem a pessoa que first of all te mandou fazer e muda tudo. Porra fessora, porra! Aí só me ocorre um pensamento: por que então não falou antes, pra me poupar trabalho e ruga? #fail

***

Ainda no campo acadêmico: num é que hoje eu cheguei sete e meia da matina na faculdade? Óbvio que, isto acontecendo, a aula não começou antes das oito e quarenta, mas eu tava lá. E nem teve aula mesmo, era só filme [Kinky Boots], inglesinho que, contrariando a lei dos filmes na faculdade, é legal pra caramba – e se já gostei até agora imagino que vou gostar mais ainda quando terminar de assistir.