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terça-feira, 7 de setembro de 2010

pequenos comentários desconexos

Como há muito eu me devia uma auto-terapia, me abalei pro cinema nessa véspera de feriado. Três filmes, quase emendados.

Primeiro, O Estudante. Mexicano. E Sensacional. E lindo. E chorei pacas, #prontofalei. 

Depois, Karatê Kid 'versão Kung Fu'. Pófalá? fiquei com orgulho pelo Will Smith pelo filho dele [sim, semanticamente confuso, mas... dane-se. Quem sente sou eu]. Fodão também, recomendadíssimo.

Pra encerrar, Inception. Sobre esse, prefiro comentar depois de algumas noites de sono. Desconfio que jamais sonharei como antigamente... 

Mas o mais legal foram os intervalos:

Entre o primeiro e o segundo eu pretendia reforçar o estoque de lencinhos de papel [porque. né.], mas acabei invariavelmente na Nobel. Na bolsa, Um caderno capa dura [que no fim eu não precisava pois tinha outro na bolsa, mas só lembrei disso depois de estreá-lo] e 24 horas na vida de uma mulher, que eu pretendia ler entre o segundo e o terceiro filme, mas claro que não li uma linha sequer, porque o segundo filme terminou 15 minutos depois do previsto, e aí já avacalhou todos os meus planos - com a ajuda da enxaqueca sempre amiga, né. Corre na farmácia, escreve enquanto espera o lanche e pronto, tá hora de encontrar amigo pra terceira sessão do dia. 

***

Aí, sobre seres humanos, só o que tenho a declarar é que eu sou idiota, muito idiota.
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Pensa no que é uma pessoa com o cérebro a ponto de explodir e não ter um filho da puta pra desabafar. Pensa.

sábado, 28 de agosto de 2010

Então que ontem a noite eu tava quase apostando, pela disposição do momento, que hoje eu chegaria na biblioteca emanando a mesma pró-atividade de uma amoeba, mas até que não, no fim das contas... só tô inegavelmente gripando, mas ainda não tô podre, então dá pra se aproveitar alguma coisa. O trabalho com os VHS que a chefe pediu, por exemplo.

Porque é uma grande caca quando você protela um cadinho um silvisso e aí, quando finalmente tem cabeça pra fazê-lo, descobre como era ridiculamente simples e indolor. Mas tá, dei conta de listar os 99 exemplares a se excluir do sistema [minha rinite é que não curtiu muito, bem como meus dedinhos empoeirados], fim de papo. Agora preciso fazer mais várias coisinhas, e rezar pra... sei lá, Atena, acho, me iluminar as idéias pra que eu faça o trabalho de IC/CG e dê jeito no TCC...

Mas mudando vagamente de assunto... Nenhum de Nós dia 03, sexta que vem, em Bombinhas. E tudo indica que eu vá [ok, agora dependo da gripe e da mãe natureza, mas não há de ser nada!]. Puta saudade daqueles caras, viu. Indescritível saudade!

Ah, e notícias do além norte: hoje cedo conversei com momis, que procurará o endócrino que deu jeito nela. A esperança fundamental é que dê jeito em mim também, assim meio que uma medida concomitante com outro plano que venho adiando há séculos [mas oficialmente um mês, na real] e acho que, finalmente, semana que vem VAI.

Aguardem os próximos capítulos da minha nada interessante vida. Hasta!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

parcial das 15:30

então que o dia começou atravessadaço, mas resolver facilmente uma pendência indevida na BPSC e ver o caixa do Barato da Ilha lendo O Último Olimpiano quando fui comprar um danoninho pra beber até que serviu pra lembrar porque se deve segurar as pontas e não mandar tudo pro inferno nesses momentos de fúria assassina que me acometem.

Outra coisa que também ajuda a me aprumar é perceber que já aprendi com momentos semelhantes anteriores... agora eu sei, por exemplo, que daqui umas duas ou três horas eu estarei tão prestável quanto um peso de papel. Utilidade zero. Mas aí quem sabe eu tomo uma neosaldina, pra infelizmente só na hora de ir embora vir o gás que eu preciso pra começar a estudar pro trabalho de tópicos especiais aplicados à biblioteconomia. [rápido comentário aleatório: essa parece a mais inútil das fases, zezuis. Uma disciplina mais sem noção que a outra...].

Mas ah, deixa eu contar do dia atravessado, assim só pra extravazar um cadinho? então tá.

Mãe entra no quarto pra me chamar dizendo não saber que horas eram aquilo. Jogou o celular na minha mão, eu olhei com um olho só, disse '6:42.. não quero!' e afundei nos travesseiros. Ela saiu do quarto e em seguida eu fui atrás, esperando encontrá-la na cozinha... e não dormindo de novo, mas tá. Desci, sonolenta, mas acordei rapidinho quando o sensor de presença recém instalado disparou e despachou meu possível resto de bom humor pro quinto dos infernos. Tomei meu desjejum, bateu o frio... aí voltei pra cama, do celular encaminhei a resenha da Juliana pra Aline imprimir na faculdade e pensei 'foda-se, vou dormir, puta dor de ouvido enchendo o saco...' nisso minha mente berra lá do fundo AHAM NAYANA, SENTA LÁ!
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Lembra de quando o bom humor foi embora? pois o sacana deu carona pro sono, me largaram os dois em casa sozinha. Assisti um ep de friends e um de Old Christine, até sucumbir. Depois vieram pequenas coisinhas e caretinhas de pessoas sem noção que só engordam a bola de neve de um dia blergh, que aliás só é blergh pra mim e por dentro, porque lá fora tá lindo lindo, um ventinho morno [que boa coisa não traz, claro, mas aproveitemos enquanto é possível] que dá vontade de pedir folga e ir passear na beiramar...

domingo, 22 de agosto de 2010

E nem me importa que mil raios partam qualquer sentido vago de razão

Eu ando tão down, e as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
...
[Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer]
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Porque, querendo ou não, às vezes tudo que você precisa pra parar de pensar em alguém é saber que essa pessoa não pensava em você da mesma forma. Aí, se você é uma pessoa esperta, segue em frente. 

Ou, se é como eu, mergulha no passado à um simples aceno dele. E se afoga sozinha.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nascendo de novo

Então que agora eu sou, no mínimo no papel, uma autêntica Schneider. E isso muda.... porra nenhuma.

Quer dizer, muda toda e qualquer documentação que já tive na vida. Refazer Identidade, CPF, CNH, título eleitoral, carteira de trabalho, documentação acadêmica e de estágio... meu, porque mesmo eu fui mexer nesse vespeiro?! Ah sim, pra ser Schneider de fato, e não só me sentir uma... mas o estranho é que, agora que sou mesmo, acho estranha só a ideia de nunca mais escrever o 'm' do nome errado. Parece que tô falando de outra pessoa, mas a perspectiva de ser essa outra pessoa não me sugere nada diferente.

Enfim. tinha mais alguma coisa pra falar, mas esqueci.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Home, Sweet Home

Pófalá? fiquei com saudade até da escova de dentes. 

Não me perguntem o que achei de São Paulo, não tive tempo pra formar uma opinião. Aquele frio do demônio não dava vontade de fazer nada, logo, não fiz mesmo muita coisa além de gastar o que não podia e conter todos os meus impulsos de chorar de raiva o tempo quase todo. Sinceramente, só me senti bem mesmo na Bienal. Lá eu teria andado faceira o dia todo, sozinha, se fosse o caso, e não me importaria com isso. 

Desde que cheguei de volta meu cérebro voltou a operar no modo habitual, mas preguiçosa que sou não anotei nada, então muita coisa genial que deveria aparecer aqui já se perdeu... conforme lembrar [se lembrar, claro], eu vou falando...

***

E agora sobre minha pacata vidinha de florianopolitana: acreditam que semana passada o Submarino não achou meu endereço pra entregar "O Último Olimpiano"? Submarino, MEU endereço?! e não era palhaçada não, quando vi o e-mail achei que fosse trote, mas quando cheguei em casa, Papis contou que ligaram pra casa também... só o que me faltava mesmo. 

E o trabalho continua de onde parou, né? até nem cheguei lá tão cansada quanto calculava, graças ao soninho ds 7:30 às 13 de ontem, na miiiiiinha cama. Com direito a Friends antes de capotar. Já hoje não consegui passar das 9, aí fui ler o tal do Choo, depois psicografar textos que martelavam na cabeça há tempos, agora deixar descansar pra ver no que dá...

No más, preciso só organizar a vida pra dar conta de resenha, TCC, trabalho e vida social... porque claro que deus e o mundo ia me convidar pra sair no fim de semana que eu estaria fora, né?aí acaba que adiei tudo por tempo indeterminado, mas pergunta se nesse sábado tem algo pra fazer, pergunta...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Meu cérebro dói [ou ‘ansiedade é uma merda’]

Porque... Né? Ansiedade é uma merda mesmo. Fato. Eu passei a semana inteirinha com alguma dor em algum ponto do corpo. E sou tão abobada que só hoje fiz meu próprio diagnóstico: a merda da ansiedade! Certeza que, se não assim que puser os pés em São Paulo, no máximo quando chegar de volta, uns 97% de todo esse mal estar passa.

Aai dezembro que não chega...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ontem o dia foi trash metal. A começar por ter que sair quase tão logo acordei, depois cumprir o circuito shopping de cooper pagando contas, mais voltas no centro pra cópias de livro mais baratas e quando pensei que finalmente poderia sentar meu corpinho gelado por alguns minutos na livraria e escrever alguma coisa, olho no relógio e surpresa!, falta menos de meia hora pro expediente começar... então lá fui eu, quase barrada pelo vento sul, a caminho do meu amado trabalho [sem ironia]. De início, sistema uma zona, depois normalizou e aí quando tudo caminhava na santa paz me dominou aquele cansaço pós descarga de adrenalina, sabe? Muito chato, mas com força de vontade acho que trabalhei direitinho...

Entretanto, que bem mais tarde eu cheguei em casa, carreguei meu jantar pra sala e perguntei a Papis que tinha de bom pra ver na TV. Ele responde ‘eu tava assistindo um programa de música clássica na cultura, mas acho que tem um aqui que tu vai gostar ainda mais...’ quando ele disse isso, antes mesmo de encostar no controle remoto, eu soube a que ele se referia daquele jeito mal disfarçado: só podia mesmo ser De repente 30. E não interessa se eu já vi quase mais de trinta vezes, o jeito do meu pai lembrar de mim e esperar eu chegar em casa pra me contar que tá passando, mais assistir o final que seja, já foi mais que suficiente pra relaxar depois de um dia estressante. Em suma, eu quero um Matt Flamhaff pra mim.

Mas aí hoje Florianópolis tomada por esse frio glacial, e por menos magra que eu seja, parece faltar corpo pra tanto casaco, e falta pescoço pra conseguir mexer a cabeça com duas voltas de cachecol logo abaixo da mesma. As nove e meia da noite eu constatei uma dor nos braços que não tem outras explicação senão a força extra que se precisa fazer pra levantar um livro. Fora que, antes de tudo, não dá a menor vontade de sair da cama. Hoje então, já não tinha dormido direito, e quase na hora de sair, junto com o frio bateu uma tristeza que meudeusdocéu. Não queria fazer nada além de chorar até engasgar ou as lágrimas me congelarem o rosto, o que viesse primeiro.
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Sabe aqueles dias em que tu vives no automático, só porque não existe direção que não seja em frente? Assim.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pronto, [acho que] passou

Relendo o que acabei de publicar percebi que não mencionei livros especificos, ou determinadas músicas. Então agora, aproveitando a calmaria do olho do furacão [porque a tempestade volta, certeza], segue uma postagem absolutamente banal, bem do meu jeitinho característico e reconhecível.

Primeira semana de aula, né? mas ainda é quinta! Dane-se, não tenho mais aula essa semana, então acabou! De início, explicando: ainda não encontraram professor pra disciplina de quinta feira que ainda não sei o nome, então fica por isso mesmo. a Segunda foi um total desperdício do meu precioso tempo, mas em compensação na terça eu não dormi. Continuo entendendo bulhufas de gestão estratégica e o escambau relacionado a, mas eu não dormi, então comemoremos. Entretanto, hoje as pálpebras pesaram... mas a prof que eu não sei onde andou o curso todo que não me deu aula de todas as disciplinas não deixava, no bom sentido. duas horas sensacionais, cara! E é isso, essa foi a primeira semana de aula da oitava fase.

Tá, rapidão, posso voltar rapidinho num assunto? não tô gostando de mim repetitiva desse jeito. A primeira coisa que eu noto enquanto escrevo é que tô escrevendo mal; ok, não catastroficamente mal como a gente vê por aí, mas no mínimo tô escrevendo feio, e... eu não gosto disso, ora bolas! Isso de ficar tudo parecendo a mesma coisa, e notem a redundância, pra fechar com chave de ouro: estou re-pe-tin-do a reclamação sobre esstar repetitiva. Ou eu sempre fui assim, ninguém nunca fez a gentileza de avisar e só agora tô percebendo e ohmeldels é o fim? [terceiro tachado do texto, assim não dá!]

Ok, passou o surto sobre surtar. Vim falar de banalidades, certo? Sobre banalidades falarei, pois. [somebody stop me, PLEASE!

Já tô relendo O Último Olimpiano. Num pdf mal traduzido e mal formatado mesmo, porque nunca que eu aguento esperar lançarem, mesmo que seja daqui menos de 15 dias. Depois eu leio de novo, sem problemas. E enquanto isso, vou ouvindo Karkwa, Nine Black Alps, Puddle of Mudd, e por aí vai...
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Tá, mais alguém sentiu que o parágrafo anterior pareceu forçado? pois é, eu também. Vou parar enquanto... por enquanto. Tchau.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

C'est Fini

[tá certo isso? enfim].

YEY, acabou-se o meu semestre de estudos aulas e coisas. Última prova do alemão, passei, assisti Lola Rennt [Corra, Lola, Corra] e fiquei cansada só de ver a criatura correndo loca pela cidade três vezes seguidas. Mas tá. CABÔ, agora só dia 26 que começa tudo de novo - pra mim, academicamente falando. Mas dia 19 lá vou eu atender os alunos do Senac bem igual um elfo doméstico. Ai.

E como eu sou do tipo que tenta descansar carregando pedra, aproveitei o tédio MORTAL de hoje pra começar a odisseia atrás de uma academia. Decidi hoje, depois de ficar tonta estudando alemão no ônibus, que me daria o prazo de dez dias pra procurar/encontrar e DECIDIR por uma atividade física que me agrade. Yoga, que seja. Qualquer coisa pra dar jeito nesse corpo fora do esquadro e na cabeça instável que precisa mais que nunca funcionar direitinho em 2010/2.

Tava afim de falar sobre as mudanças que quero fazer no meu quarto. E no meu guardarroupa [argh], assim de dentro pra fora. Hoje li que só vestir uma roupa diferente do que se usa sempre ajuda a melhorar o desempenho cerebral do cidadão. Ou seja, cada dia mais eu vejo reforços à minha teoria de que, salvo exceções de origem biológica, só é tapado quem quer... já a preguiça é um mal externo, cara. De boa. Por isso o desenvolvimento da ideia inicial do paragrafo fica pra outro dia...

E outra coisa que rende papo: cada vez mais músicas que inspiram cenas que eu prometo, um dia, concentrar quase todas num mesmo filme. Tenho vários cacos de ideia que um bom continuista [é assim que chama?] dá jeito de costurar na mesma história. A exceção é a ideia de teoria conspiratória e totalmente apologista [existe sim, eu consultei] à minha profissão, mas isso eu só divulgo depois de registrado.

E por aqui chega. fiquem atentos aos próximos irrelevantes capítulos. 

sábado, 19 de junho de 2010

Até agora, dia foda. E não é num bom sentido - apesar de o mau parecer se esvair leeeeentamente... No fundo, no fundo tô até bem a fim de sair, conversar, espairecer, poréém... sozinha não tem graça, e pra piorar tô me sentindo uma companhia totalmente dispensável hoje. Deve ser a copa.

Porque pensa... Futebol em geral une as pessoas, certo? mas eu, alienígena que não estou E-FU-SIVA com o mundial, sinto-me [piada infame em 3,2,1...] bem jogadinha pra escanteio [Rá!]. Tipo, acentou-se minha tendência natural à reclusão, que já andava bombando de uns tempos pra cá, mas não por iniciativa minha.

Anyway, todo mundo sabe no que isso resulta, né? mais livros (re)lidos, músicas novas no player e muitas ideias novas escritas... e aí eu até curto plantão, agora que já tô mais entrosada na empresa, e com tarefas pertinentes pro dia [além do básico empréstimo-devolução-atendimentogeral], ao som de Regina, Shirley e pessoinhas legais que carrego sempre comigo...


domingo, 23 de maio de 2010

Postura é fundamental, independente da situação



Não interessa como foi a farra... Volte pra casa sempre de cabeça erguida.
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Na medida em que a enxaqueca permite, claro.

[recebido por e-mail da Cinthia e dedicado a Carolina, Fábio, Débora, Aline, Kênia e a quem mais participou do fim de semana ótimo que tive (L)]

sábado, 22 de maio de 2010

@cwaestranha me reply no twitter e eu fico toda besta, reação natural minha quando pessoas que admiro se dirigem à minha humilde existência [tinham que ver minha cara de besta quando vi que ela também me segue também...]. E não fosse suficiente a pessoa responder um assunto aleatório meu, ainda me despertou mil coisinhas pra discutir, ou pelo menos refletir, sobre a tal literatura infantil que deve dominar minhas leituras até o fim do ano [mas com moderação, afinal ainda não terminei Saramago e falta sequer começar Hugh Laurie].

Mas vamos as reflexões: Carrie mencionou que gosta mais de literatura infantil hoje do que quando era criança, e temos aí uma coincidência: eu também. Não deve ser à toa que meu livro favorito ever, o que eu leria todo santo dia se meu tempo assim permitisse, é infanto-juvenil. Por mais que eu goste de Zafón, de Eugenides, de Zusak, esses caras são pesaaados [cada um a seu modo], e até hoje não li nada mais leve do que O mundo é pra ser Voado, da Vivina de Assis Viana. Nada, nem Snoopy. E aí essa inversão, ou atraso, por assim dizer, me remete àquele texto que dizem que é do Charles Chaplin [não ponho minha mão no fogo pela informação, apenas repasso o que li/ouvi. Se é mesmo dele ou se só atribuem erroneamente, a culpa não é minha!] sobre a vida estar ao contrário.

Porque às vezes parece tudo errado, tudo muito, muito errado. Assim pelo avesso, sabe? É uma coisa meio Benjamin Button, talvez. Porque hoje eu volto ao colégio em que estudei da sexta série ao terceiro ano do ensino médio [com uma repetição, inclusive], ou encontro um ex-professor seja no laboratório de português ou no bar [sim, no boteco mesmo!] e dá uma vontade medonha de viver tudo aquilo de novo, mas com ‘a cabeça’ de hoje. A percepção de hoje, os talentos e capacidades que tenho hoje e nem a pau teria naquela época.
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Em suma, eu queria ter nascido já evoluidinha assim, sabe?
Dia pesado de uma semana canina. Um sono além do normal, mas o trabalho foi gratificante, a sexta me trouxe uma ligação muito esperada e por fim, chegar em casa e conversar com duas das minhas adultas favoritas só podia me dar a tranquilidade que eu preciso pra saber que, meio torto às vezes, ainda assim tô fazendo tudo direitinho...

Que venha amanhã.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Queria mandar um beijo

pra todos os autores que li na faculdade, em especial aqueles que escrevem mal pra cacete. Graças a vocês, meu intelecto trabalha dobrado em cada artigo, parte fazendo o trabalho que os professores me pedem, parte corrigindo mentalmente seus textos podres pra tentar entender alguma coisa e extrair deles algo útil.
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Um Beeeeeeijo!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu não sei nem por onde começar

Com tanta coisa na cabeça esperando pra sair...

Oficina de Pesquisa Acadêmica na WEB, com a primeira fase de Gestão Comercial hoje. Tirando quem não calava a boca, eu amei amei amei. O povo participou legal, eu não titubeei na minha parte e foi legal legal legal. Quase dá vontade de ser professora, mas aí tu pensa duas vezes e é o mesmo caso de ser mãe: todo dia, não rola mesmo. Não pra mim. Mas experiências esporádicas do gênero me animam pra caramba.

A parte xarope do dia foi lidar com demoras e seres com a maturidade emocional de uma samambaia, mas nada que uma noite de sono bem dormido não resolva. A parte chata da parte xarope é que isso intensifica minha vontade/necessidade de conversar com seres inteligentes, sobre qualquer coisa tão banal quanto profunda. Lembro dos que voltaram pra seus longes [ou só continuam não-perto] e isso dá um blues assim de leve, mas passa também...

Maas ah, falando em sono... sonho bi-zarro de hoje cedo: algo envolvendo praia do Forte, carro com freio de mão não funcionando direito, gente querendo me matar, viagens no tempo e uma menina bonita. E, EEEEE o Albert Einstein passeando pelo pátio, descabelado como habitual, porém jovem, e prontofalei: mó saradinho, o guri. [Gardenal na Nayana? siiiiimmm!]
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Ok. Depois de compartilhar esse momento tão íntimo da minha eventual insanidade só me resta mesmo dormir, que ainda não aliviei o cérebro mas a miopia [bem como a preguiça de buscar os óculos] domina o ser que vos escreve... Gute Nacht!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Todas as línguas do mundo [ui!]

Tô falando de idiomas, viu? mente poluída...

Então que nesse fim de semana que acabou eu achei uns três cd's de rock francês.. inicialmente, eu andava atrás de Luke, Kaolin e Eiffel [não o 65, pelamor], quiçá Blankass. Só encontrei algo tudo do primeiro, e descobri outra coisinha mas isso foi agora de manhã: Déportivo, que pelo que ouvi até agora tô achando até quase mais legal que Luke. Tá, definitivamente mais legal. Menos estranho aos meus ouvidos não acostumados com os biquinhos, creio. Agora só falta alguém pra ouvir [e curtir] isso tudo comigo, e se aparecer um'alma querendo também aprender tudojuntomisturadoaomesmotempoagora, também reclamo não...

Ah, e por falar em comigo fiquei sabendo diretamente da fonte: Zuleika e os Confirmados [pra quem não conhece, degustação no fim do post] dia 22, sábado [o/], no 1007. Quem topa? Só pra constar, sim, convidarei a cada vez que postar algo aqui, bem como umas duas vezes por dia no twitter... [tá, só uma pra ninguém encher tanto o saco]. 

***

Ainda falando de mim: esse clima ameno e bonito faz com que eu me sinta muito bem, ao menos até onde a gripe permite. Quem sabe até sexta já tô 100%, espero, o que na verdade não adianta muita coisa porque programa de sábado é tabular questionário de estudo da biblioteca e depois aniversário de sobrinho emprestado/quase inexistente, mas por agora ainda consigo vislumbrar perspectiva de alguma diversão, só não sei exatamente com quem/como/quando/onde/por quê. Mas o vislumbre já anima.

***

E comentando de ontem... Deh aqui, filminhos legais [juro que ela quem escolheu How to lose a guy in 10 days!], brigadeiro, bate papo noturno. Se continuar desse jeito, tirando o ruim fica tudo bom.

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E como prometido... enjoy:

terça-feira, 27 de abril de 2010

Nasceu!

Hoje eu sentei no banquinho do CELE antes da aula de alemão e minha justificativa, minha pergunta de pesquisa, meus objetivos geral e específicos do projeto de TCC, que eu devo enviar pra orientadora até a meia noite de hoje, simplesmente escorreram da caneta. Não na forma ideal, tampouco na formatação correta, mas agora eles existem, e eu sou uma pessoa 874 gr mais leve depois disso. No fim das contas dá quase um quilo, se somar as outras 235 gr que perdi quando, na hora do almoço, eu e Juliana programamos as próximas duas semanas acadêmicas/pessoais. E viva a parmegiana sem queijo do Giraffa's.

***

E agora levanta a mão quem não resistiu à tentação de se foder no cartão de crédito quando viu O Vendedor de Armas (Hugh Laurie (L)) por 19,90 + desconto progressivo na saraiva: o/ o/ o/. Sim, três mãozinhas levantadas, porque além desse eu comprei Caim (José Saramago) e Trabalhos de Amor Perdidos (Willima Shakespeare). Tudo uma bagatela. Só esperar essa minha fase de baixa disposição pra leitura e assim de livro em livro minhas viagens vão ficando pra depois, e mês que vem, e segundo semestre quem sabe... mas certeza de que, QUANDO viajar, viajo uma pessoinha com um cadinho mais de assunto, e isso pra mim não tem preço.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

negócio é o seguinte, Sr. Universo:

PARÔ ESSA PALHAÇADA de homens prestes a partir, ok? 
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PARÔ, que eu não tenho mais estômago pra isso!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Snapshot de sexta-feira

Aula de GEI, onze e tanto da manhã:

eu, por escrito: sinônimo de 'priceless'?
Ju: ahn... pepino?
eu, facialmente: hein?
Ju: ah, priceless... eu tinha lido picles. Mals aê.
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ééé... Feliz aniversário, perua!