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sábado, 31 de julho de 2010

Brainstorming de Sábado

Não só sábado pela manhã – meu cérebro operou a 120 sem freio desde as duas, quando desliguei o computador e apaguei a luz, mas logo tava salvando rascunho no celular [preguiça de acender luz de novo e buscar caderno], porque a ideia veio milagrosamente pronta e era boa demais pra que se perdesse até eu acordar. Pra não dizerem que é mentira, tem outro texto novo [segundo em menos de 24h] no Às vezes tudo, Às vezes nada [propaganda é a alma do negócio, afinal].

Então dormi depois das 2:15, levantei as 5 :40 e cheguei no trabalho as 7:30. Amarradona. Na pilha. Zero, como diria Kênia. Num átimo dei conta de todas as devoluções da ‘caixa coletora’ [sempre me pergunto se, quando existir efetivamente a caixa e não só a abertura, alguém jogará um gato ou outro mascote por ali, como aconteceu com Dewey Readmore Books...], atendi, fiz levantamento e recuperei trocentos artigos, tudo bem mocinha, ouvindo Zélia Duncan, Panic At The Disco e Regina Spektor...

Porque nada como uma caminhadinha saudável por um almoço tradicional e uma tarde de ócio pseudo produtivo – quase nada pra fazer aqui, praticamente sem pessoas pra atender então pude assistir excelentíssimo Sr. Corrêa cantando Lupicínio no Som Brasil [todos os vídeos do programa aqui]. Sobre os vídeos do Thedy, só tenho dois comentários: wft bigode? E masqueéqueaconteceu com a voz dele, que ficou ainda mais séquiçi cantando nervos de aço?!

Sem mais para o momento, despeço-me. Cruj, Cruj, Cruj, tchau!

rollercoaster feelings

Dia foi bom, acho.

depois da correria doméstica pra chegar a tempo na reunião do trabalho, tudo fluiu. Balcão ficou uma zona a noite toda, mas fim das contas dei jeito e tá tudo lindo, tudo bem, falta só as pessoas de lá descobrirem a Martha Medeiros pra acharem o máximo minha ideia de convidá-la pra palestrar no aniversário da Biblioteca.

Aliás, falando em biblioteca, tá chegando a hora de oficinar outra vez, p'ras novas primeiras fases, e aplicar treinamento do sistema pra todas as turmas. TODAS. e ninguém tá mandando isso não, a ideia foi minha e eu faço questão de ensinar tudo que puder pro povo. Logo logo mais notícias sobre...

E já falei que o dia foi bom? já? well, só reforçando... talvez fosse só o calorzinho que me permitiu usar blusinhas soltas que tanto gosto em pleno final de julho, ou quem sabe eu estivesse simplesmente bem, e isso é tão vago que eu nem me atrevo a raciocinar muito sobre.

porque sabem que eu nem deveria estar aqui? deveria ter rumado direto pro berço assim que entrei em casa, mas acontece que depois da toilete noturna eu saí do banho com uma ideia se formando no fundo do cerebro e acordei o Juvenal pra escrever, no word mesmo, nem ia publicar porque pai tava usando modem da 3G na sala... mas aí fui buscar dicionário, modem estava livre, pensei 'por que não?". Aí, checando as coisas todas, vem um caminhão a 110 por hora, me estraçalha e agora, um pouco mais calma e não mais tremendo, só tô com uma grande pulga atrás da orelha, que não vou comentar aqui porque seria atestado de retardo mental, então deixa só esclarecer a situação [e enquanto isso penso em um jeito de contar sem parecer ridícula], depois eu comento sobre - ou não...

Por hora, tem texto novo no Às vezes tudo, Às vezes nada. Pode ser tosco pro resto do mundo, mas eu achei sensacional porque foi um parto quase sem dor alguma, e aparentemente lembra meu 'estilo' [ppfff] de antigamente, quando comecei essa coisa de blog...
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P.S.: é maravilhoso me sentir eu mesma de novo, no quesito pseudo escritora; e melhor ainda quando o resto da vida parece natural e os desgostos deixam de importar depois de dez minutos.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

C'est Fini

[tá certo isso? enfim].

YEY, acabou-se o meu semestre de estudos aulas e coisas. Última prova do alemão, passei, assisti Lola Rennt [Corra, Lola, Corra] e fiquei cansada só de ver a criatura correndo loca pela cidade três vezes seguidas. Mas tá. CABÔ, agora só dia 26 que começa tudo de novo - pra mim, academicamente falando. Mas dia 19 lá vou eu atender os alunos do Senac bem igual um elfo doméstico. Ai.

E como eu sou do tipo que tenta descansar carregando pedra, aproveitei o tédio MORTAL de hoje pra começar a odisseia atrás de uma academia. Decidi hoje, depois de ficar tonta estudando alemão no ônibus, que me daria o prazo de dez dias pra procurar/encontrar e DECIDIR por uma atividade física que me agrade. Yoga, que seja. Qualquer coisa pra dar jeito nesse corpo fora do esquadro e na cabeça instável que precisa mais que nunca funcionar direitinho em 2010/2.

Tava afim de falar sobre as mudanças que quero fazer no meu quarto. E no meu guardarroupa [argh], assim de dentro pra fora. Hoje li que só vestir uma roupa diferente do que se usa sempre ajuda a melhorar o desempenho cerebral do cidadão. Ou seja, cada dia mais eu vejo reforços à minha teoria de que, salvo exceções de origem biológica, só é tapado quem quer... já a preguiça é um mal externo, cara. De boa. Por isso o desenvolvimento da ideia inicial do paragrafo fica pra outro dia...

E outra coisa que rende papo: cada vez mais músicas que inspiram cenas que eu prometo, um dia, concentrar quase todas num mesmo filme. Tenho vários cacos de ideia que um bom continuista [é assim que chama?] dá jeito de costurar na mesma história. A exceção é a ideia de teoria conspiratória e totalmente apologista [existe sim, eu consultei] à minha profissão, mas isso eu só divulgo depois de registrado.

E por aqui chega. fiquem atentos aos próximos irrelevantes capítulos. 

sábado, 22 de maio de 2010

@cwaestranha me reply no twitter e eu fico toda besta, reação natural minha quando pessoas que admiro se dirigem à minha humilde existência [tinham que ver minha cara de besta quando vi que ela também me segue também...]. E não fosse suficiente a pessoa responder um assunto aleatório meu, ainda me despertou mil coisinhas pra discutir, ou pelo menos refletir, sobre a tal literatura infantil que deve dominar minhas leituras até o fim do ano [mas com moderação, afinal ainda não terminei Saramago e falta sequer começar Hugh Laurie].

Mas vamos as reflexões: Carrie mencionou que gosta mais de literatura infantil hoje do que quando era criança, e temos aí uma coincidência: eu também. Não deve ser à toa que meu livro favorito ever, o que eu leria todo santo dia se meu tempo assim permitisse, é infanto-juvenil. Por mais que eu goste de Zafón, de Eugenides, de Zusak, esses caras são pesaaados [cada um a seu modo], e até hoje não li nada mais leve do que O mundo é pra ser Voado, da Vivina de Assis Viana. Nada, nem Snoopy. E aí essa inversão, ou atraso, por assim dizer, me remete àquele texto que dizem que é do Charles Chaplin [não ponho minha mão no fogo pela informação, apenas repasso o que li/ouvi. Se é mesmo dele ou se só atribuem erroneamente, a culpa não é minha!] sobre a vida estar ao contrário.

Porque às vezes parece tudo errado, tudo muito, muito errado. Assim pelo avesso, sabe? É uma coisa meio Benjamin Button, talvez. Porque hoje eu volto ao colégio em que estudei da sexta série ao terceiro ano do ensino médio [com uma repetição, inclusive], ou encontro um ex-professor seja no laboratório de português ou no bar [sim, no boteco mesmo!] e dá uma vontade medonha de viver tudo aquilo de novo, mas com ‘a cabeça’ de hoje. A percepção de hoje, os talentos e capacidades que tenho hoje e nem a pau teria naquela época.
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Em suma, eu queria ter nascido já evoluidinha assim, sabe?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Queria mandar um beijo

pra todos os autores que li na faculdade, em especial aqueles que escrevem mal pra cacete. Graças a vocês, meu intelecto trabalha dobrado em cada artigo, parte fazendo o trabalho que os professores me pedem, parte corrigindo mentalmente seus textos podres pra tentar entender alguma coisa e extrair deles algo útil.
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Um Beeeeeeijo!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu não sei nem por onde começar

Com tanta coisa na cabeça esperando pra sair...

Oficina de Pesquisa Acadêmica na WEB, com a primeira fase de Gestão Comercial hoje. Tirando quem não calava a boca, eu amei amei amei. O povo participou legal, eu não titubeei na minha parte e foi legal legal legal. Quase dá vontade de ser professora, mas aí tu pensa duas vezes e é o mesmo caso de ser mãe: todo dia, não rola mesmo. Não pra mim. Mas experiências esporádicas do gênero me animam pra caramba.

A parte xarope do dia foi lidar com demoras e seres com a maturidade emocional de uma samambaia, mas nada que uma noite de sono bem dormido não resolva. A parte chata da parte xarope é que isso intensifica minha vontade/necessidade de conversar com seres inteligentes, sobre qualquer coisa tão banal quanto profunda. Lembro dos que voltaram pra seus longes [ou só continuam não-perto] e isso dá um blues assim de leve, mas passa também...

Maas ah, falando em sono... sonho bi-zarro de hoje cedo: algo envolvendo praia do Forte, carro com freio de mão não funcionando direito, gente querendo me matar, viagens no tempo e uma menina bonita. E, EEEEE o Albert Einstein passeando pelo pátio, descabelado como habitual, porém jovem, e prontofalei: mó saradinho, o guri. [Gardenal na Nayana? siiiiimmm!]
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Ok. Depois de compartilhar esse momento tão íntimo da minha eventual insanidade só me resta mesmo dormir, que ainda não aliviei o cérebro mas a miopia [bem como a preguiça de buscar os óculos] domina o ser que vos escreve... Gute Nacht!

domingo, 9 de maio de 2010

Sentado no meu quarto, o tempo voa...

Ou não, hoje até que demorou mais do que uma imaginava que demoraria, visto a tarefa titânica que tenho a cumprir antes das 6 da manhã: parir 3 ou 4 páginas de revisão de literatura, no mínimo [deus abençoe o espaçamento 1,5!!]; eu deveria mexer também na justificativa, mas ainda não vi motivos pra dizerem que a minha não tá mais que justificada, então só quando alguém me convencer do contrário...

E agora há pouco voltei atrás sobre não dar presente pra minha mãe só porque ela perguntou se eu acho que tenho problemas de aprendizado tô mais dura que pau de tarado - também pudera, encontrei o presente ideal: a prova de Serviço de Referência que tirei dez. [cri. cri. cri.]

Mudando de assunto...ontem terminei de assistir Accidentally on Purpose, a 1ª temporada nem terminou ainda na Sony mas eu já tô me coçando pela segunda, mas zuzu bem, porque em junho tem s03 de True Blood e o que li até agora me deixou com água na boca [ppfff], pra não mencionar os teasers e minisodes... #Ericpégael !

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Ainda sobre séries: hoje acordei tarde, liguei a TV e curti [literalmente, porque achei o melhor dos que vi até agora] Bones, ep10 da 5ª temporada... Brennan, com lúvas de látex, tirando a roupa do Booth foi impagável - e a esperança de a personagem da Zooey ficar mais suportável semana que vem alimenta a vontade de ver mais um pouco...^^ Aí, depois disso, a Warner me presenteia com o episódio de Friends em que a Mônica bate a cabeça do Ben numa viga, o que desencadeia a situação que leva a uma das minhas frases favoritas da Rachel: "se não for na cabeceira, não vale a pena". #friendsaddictedforever ! [tá, parei com tags idiotas].

Mas agora falar sério; ontem foi aniversário do meu pseudo sobrinho [que chegou na própria festa dormindo, diga-se de passagem]. até então nada demais, festinha de criança não foge à regra salgadinho-docinho-gritaria infernal, mas o diferente é que, como chegamos mais cedo, junto com o aniversariante e sua mamãe, eu voluntária e automaticamente ajudei e fiz mais gente ajudar a organizar o salão, pois já tinha mais gente chegando e o molho dos hot dogs nem tava quente ainda. Enquanto eu montava as bandejas com brigadeiros verdes [o tema da festa era o tal do Ben 10...], pensei 'e se fosse eu no lugar da Néia, organizando festa de filho meu?' - naaahhh, isso não acontece, provavelmente por isso eu me senti tão bem distribuindo pasteizinhhos e buscando o refrigerante light especialmente pro meu pai. Mas o fato é que me abarrotou aquela sensação de utilidade que me preenche quando o serviço corre bem na biblioteca, e só isso ja serviu pra minha noite valer a pena - isso e os três guardanapos em que rascunhei um texto com, modéstia à parte, algum potencial.

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E voltando pra hoje [senso de temporalidade, OI?], catei mais algumas musiquetas de Luke e Déportivo [bom, bom, muito bom!], e agora estou a ouvir Secret Garden, lembrando de alguém que some, pensando em alguém que muda de idéia como o vento muda de direção, e percebendo como eu desenvolvi a capacidade de simplesmente não me importar com o mundo lá fora enquanto, aqui dentro, não transformo uma página e meia em cinco...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Meu reino por uma caixa de Benalet

Que essa gripe tá acabando com minha garganta. se bobear, ainda engordei, que pra aplacar a vontade de arrancar a traquéia eu como um doce atrás do outro...

Mas eu realmente não me importo com o cansaço por ter trabalhado feito um elfo doméstico se na hora de dormir a sensação é de satisfação e dever cumprido. Porque eu tô com raiva, muita raiva, tô triste pra cacete e sobrecarregada sob um leve desespero, mas tudo isso desce pra perto do suportável na escala de dor quando vejo os olhinhos agradecidos de cada usuário que atendo da melhor maneira possível - e o feedback positivo deles NÃO TEM PREÇO.

E por isso hoje eu vou dormir com a consciência tranquila, sentindo que no fundo no fundo a justiça sempre vence - não poderia ser diferente quando, depois de uma manhã DO CAPETA, você ouve coisas gentis e sinceras durante o resto do dia.
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Final do ano juro que tento mandar um cartão de natal pra cada aluno e funcionário do Senac que faz as minhas tardes/noites melhores!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hoje eu comprei uma blusa nova que eu não podia ter comprado, mas precisei muito porque a) depois do meio dia fez um calor idiotinha em Floripa; b) descobri um furo na que eu estava usando; c) a dita blusa furada de repente não era mais confortável, principalmente pra trabalhar. Então eu comprei uma blusa nova, uma blusa azul que combina com a listrinha do meu tênis e com o céu. Perguntei se eu fiquei gorda com ela e disseram que sim, mas nem ligo porque enquanto eu esperava pra atravessar a Hercílio Luz parou um carro no sinal tocando Túnel do Tempo, do Frejat [também conhecida como a música que toca no fim d’Os normais – o Filme].

...Mas há dias em que nada faz sentido
E os sinais que me ligam ao mundo se desligam...

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E chegaram as novas aquisições da B-Nay: O Vendedor de Armas, Trabalhos de Amor Perdidos e Caim; peguei depois do almoço e tava que não sabia o que ler primeiro, até que decidi pelo Saramago. Já passei da página 50 e apesar de vezenquando precisar voltar nos diálogos [não entendo o que ele tem contra travessões], tá fluindo satisfatoriamente – o que me dá a deixa pra falar do blog literário: vou continuar, certeza, só não vou mais tentar ser tão formal quanto pretendia. Ainda escrevendo bonitinho, mas sem tom de resenha impessoal e nem aí pro juízo de valor e provavelmente com spoiler.

Aliáás, por falar em juízo de valor, tem momentos em que eu acho que não preciso efetivamente escrever meu TCC, já que minhas propostas são sempre deturpadas. Dá ódio, cara. A pessoa sofre durante dias pensando coméqueuvôescrevêessatranqueira? pra, quando consegue [muito bem, achamos eu e minha modéstia], vem a pessoa que first of all te mandou fazer e muda tudo. Porra fessora, porra! Aí só me ocorre um pensamento: por que então não falou antes, pra me poupar trabalho e ruga? #fail

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Ainda no campo acadêmico: num é que hoje eu cheguei sete e meia da matina na faculdade? Óbvio que, isto acontecendo, a aula não começou antes das oito e quarenta, mas eu tava lá. E nem teve aula mesmo, era só filme [Kinky Boots], inglesinho que, contrariando a lei dos filmes na faculdade, é legal pra caramba – e se já gostei até agora imagino que vou gostar mais ainda quando terminar de assistir.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Nasceu!

Hoje eu sentei no banquinho do CELE antes da aula de alemão e minha justificativa, minha pergunta de pesquisa, meus objetivos geral e específicos do projeto de TCC, que eu devo enviar pra orientadora até a meia noite de hoje, simplesmente escorreram da caneta. Não na forma ideal, tampouco na formatação correta, mas agora eles existem, e eu sou uma pessoa 874 gr mais leve depois disso. No fim das contas dá quase um quilo, se somar as outras 235 gr que perdi quando, na hora do almoço, eu e Juliana programamos as próximas duas semanas acadêmicas/pessoais. E viva a parmegiana sem queijo do Giraffa's.

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E agora levanta a mão quem não resistiu à tentação de se foder no cartão de crédito quando viu O Vendedor de Armas (Hugh Laurie (L)) por 19,90 + desconto progressivo na saraiva: o/ o/ o/. Sim, três mãozinhas levantadas, porque além desse eu comprei Caim (José Saramago) e Trabalhos de Amor Perdidos (Willima Shakespeare). Tudo uma bagatela. Só esperar essa minha fase de baixa disposição pra leitura e assim de livro em livro minhas viagens vão ficando pra depois, e mês que vem, e segundo semestre quem sabe... mas certeza de que, QUANDO viajar, viajo uma pessoinha com um cadinho mais de assunto, e isso pra mim não tem preço.

sábado, 17 de abril de 2010

Well well well... plantão básico de sábado, com o tédio idem. Pelo menos a Ju tava lá, acho que se estivesse sozinha tinha surtado...

Mas vamos as reflexões do dia: cara, que zuper legal foi com a turma do Inglês I. E adorei a profa também... sempre bate aquela vontade de voltar, né? [mas agora eu vou firme no alemon, não adianta] Tá bom que quando os alunos foram em bando fazer cadastro eu tive vontade de subir no balcão e berrar 'traaaaasgo nas masmorraaass!!' pra ver ser faziam menos barulho, mas ainda assim foi muito bom ver o trabalho rendendo.

E hoje também baixou a Hermione de novo [grazadeus, diga-se de passagem]. Comecei a esboçar o arremedo de rascunho do projeto do TCC, e no meio do caminho pra casa comecei a ler o texto do Lancaster pra discutir na sexta... [particularmente, renderia uma ótima apresentação, mas Elisa pediu só pra ler mesmo... ]. Aí eu descobri que eu ainda quero muito ser bibliotecária de referência, mas não no Brasil. Preciso ir pra um lugar onde as pessoas saibam o que eu faço - não que eu não goste de divulgar, mas o tempo todo desanima, poxa. E olha que fofurinha esse... desenho? gráfico? ilustração? não sei, mas eu achei muito a minha cara:

[toscamente escaneada do xerox do cap. 3 do livro Avaliação de Serviços de Bibliotecas - F.W. Lancaster, 1996]


Pra situar: a imagem ilustra o que Lancaster chama de viés de estante, que é tipo uma estante no final de um dia de muitos empréstimos, sabe quando tá mais vazia que cheia e os livros legais já saíram? então, basicamente isso.

E ainda falando de biblioteconomia, hoje eu e Ju tabulamos mais um pouco do estudo de usuário lá da Biblioteca, mas nem precisa terminar pra descobrir o ponto principal: A maioria não sabe sequer preencher formulário. Sério, a coisa é insana. foi assim: sobre alguns serviços, perguntamos se eles conhecem, se utilizam e o grau de dificuldade [fácil, médio e difícil]. Pois bem, alguém que conhece, usa e acha médio, ok; alguém que conhece e não usa, e acha difícil, compreensível também. Mas alguém que não conhece, não usa e acha difícil merece o que? humilhação em praça pública, né? É deveras desesperador, mas no fim a gente se diverte...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ai que manhã caca!

Cheguei menos de meia hora atrasada na aula, mas o primeiro pensamento foi: ‘tô NEM AÍ pra estratégia, cara’. Sério, Gestão da informação é legal pra caramba, tem umas coisas bacanas de debater, tipo relevância x prioridade dos documentos pra instituição, ou analisar o fluxo informacional da empresa, ou ainda a inteligência competitiva... tudo isso é deveras interessante, mas 1: detesto quando misturam administração, não suporto, repudio, tenho ódio; 2: na mesma proporção do interessante, é tudo complexo demais pra sete e meia da manhã, galëre. E aí profa faz slide cheeeio de texto, e simplesmente lê, e ai como eu não gosto disso. Mas passa, tudo na vida passa. [Só o que não passa é essa dor, esse desconforto nos ombros, a sensação de asas tentando se libertar, como na crônica da Lya Luft no livro Perdas e Ganhos].

E por falar em livros, A passagem do anjo tá se arrastando. E peguei mais quatro na Biblioteca Central hoje, pra ser esse raio de projeto de TCC desempaca de uma vez. Mas eu queria reler O jogo do Anjo [período angelical, vai dizer], e Amanhecer, e The Lightning Thief, que tá tri barato na Saraiva mas se eu gastar mais um tostão com coisas supérfluas esse mês eu mesma me trucido, mamãe nem terá o trabalho. [a saber: quem diria que livro é supérfluo é ela, não eu. Não, nunca, deuzolivre].

Pelo menos a reunião no trabalho rendeu [apesar de a sacola do refrigerante ter estourado no caminho da padaria até a biblioteca], bem como eu myself sinto-me render com isso de trabalhar mais cedo – deve ser mecanismo de defesa do meu falho cérebro, mentindo pra si mesmo a fim de esquecer que amanhã serão NOVE horas de expediente. Acho bom meus monstrinhos me trazerem algum mimo se vierem estudar a tarde, caso contrário eu troco o jeans por uma saia antiquada, faço um coque, penduro o óculos na ponta do nariz e encarno a bibliotecária má pedindo silêncio de cinco em cinco minutos. Provoca pra ver.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

[a princípio] sobre a prova de SRI:

Se eu soubesse que seria tão rápida e indolor tinha ido mais tarde. [aí só falta a autoconfiante se danar pra pagar a língua, né? Não duvido nada...] Merlo Vega é legal e Grogan também, quem sabe quando eu crescer eu leio algo além do necessário pro diploma.

Mas a tarde foi bemlegau porque vi a Flávia, passeamos no IEE, ela quase chorou no ginásio e depois foi dar voltinha enquanto eu fui pro alemão. Que aliás continua entediante, mas criei vergonha na cara e tirei o dicionário que vinha carregando a toa pra ver se me adianto um cadinho.
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Ou muito. Enfim. Tchüs!