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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Weee, Crepúsculo nas locadoras! Finalmente vi Edward Cullen brilhar... A qualidade do que baixei tempo atrás meio que deixava a desejar... e o mais legal: nem dormi assistindo com o Andrés! ^^ Agora é só esperar dia 20 de Novembro, tô looooouca pra ver a Dakota Fanning no Lua Nova... =)

Mas tá, deu de pieguice, vamos às mazelas... [opa, me ocorreu agora: depois de tanta reforma, será que um dia vão mexer na crase? aleatório, aleatório...] Continuo sem USB em casa. Todo o meu trabalho de IDOC mofando no mp4, pq meu temperamental computador resolve reiniciar quando alguém enfia alguma coisa nele (ui!). Tô quase doida, não aguento mais as mesmas músicas! O bom é que assim eu leio mais, bem mais. Ando bem européia nesse aspecto, aliás: alternando entre J.K. Rowlinkg [siiiim, finalmente], Ivan Turguêniev e J. M. Simmel... Legal, né? Mas voltando um pouquinho ao cinema, pra falar de livros: ontem assisti também A Rainha, e deu uma saudade demente de ler Oscar Wilde, ou qualquer outro engraçadinho inglês. Ai ai.

E olha o que eu li outro dia: Ler emagrece. Queima calorias, especialmente se o assutno foir terror, sexo ou suspense; isso por causa da adrenalina que libera - tá que eu não notei diferença na balança desde que voltei a me dedicar com todo o gás ao meu esporte favorito, mas aparentemente as roupas estão não tão desconfortáveis...

segunda-feira, 16 de março de 2009

Who's gonna watch you die?

Quase tive um colapso quando ouvi essa música [What Sarah Said] do Death Cab For Cutie pela primeira vez.

Quando Mark mandou, aceitei por culpa da minha sede por coisa nova. Mas devia ter olhado a letra antes, porque depois de começar a ouvir é tarde demais pra desistir: e assim sendo, até hoje ela me arranca mais lágrimas que Dezesseis.

Na verdade, a letra só me impactou pelo último verso [que aqui figura como título], mas a sensação se constrói desde o início, o piano na introdução já parece prenúncio de que algum pedaço de mim vai se desfazer.

E hoje eu fiquei musical de repente, sabe? andei prestando atenção também em Um herói que Mata, do Leoni. Sente o drama:

'[...]E a gente é tão pequeno
E acha que move o mundo
E se perde em vaidade
E se acha sempre tão profundo

Acho que todo medo
É de não ter segredo
Mas o segredo é não ter medo
De morrer por seus desejos'

Sim, isso me desespera vorazmente quando lembro que ainda não cheguei nem perto desse cara... a poesia dele me embriaga, no bom sentido da palavra.

E não, eu não faço a menor ideia de por quê vim falar disso, mas é só que eu precisava, como eu preciso de várias outras coisinhas, porém descarecidas de comentário por agora...


sexta-feira, 13 de março de 2009

Enquanto uns tem saudade da Amélia...

... eu tenho saudade é do vô Aurélio.
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Ai, ai.
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Que fanfarrão era Baudelaire!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O que há de errado comigo?

Eu não sei nada e continuo limpo... não sei nada mesmo, mas limpa é outra história. Ao menos se considerar todo o sangue que tenho derramado, ou todos os remédios e coisas que tenho usado pra aliviar as dores que me surgem com periodicidade cada vez menor.

Acompanhem a retrospectiva das duas últimas semanas: dia 14 de fevereiro, baita queimadura na praia, a ponto de precisar de analgésico e litros de soro fisiológico. Dois dias depois, crepúsculo [já falo mais] cai de quina no meu pé direito, e horinhas depois dou uma beeeela topada num banner do cinemark - com o mesmo pé, unha do dedo maior arroxeada até agora. Mencionei que o lado mais queimado foi o direito tb? Pois é. E teve também a canelada no trindade, inauditamente do lado esquerdo.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas!! Então eis que, em plena noite da segunda feira de carnaval, meu joelho [preciso dizer qual?] quase explode num choque contra a porta da cozinha. Três minutos imóveis no chão, eu eu crio coragem pra tentar mexer - ok, não quebrou, "geeeelo, Andrés!" e me arrasto até o sofá e dali pra cama, pra vegetar até quarta de manhã, hora de ir pra aula. Mancando. Melhorei na quinta, mas só até bater O MESMO PONTO, do MESMO JOELHO, no pé da mesa. Balanço: o ovo do inchaço já baixou, mas continua amarelado.

Mas a semana vai até sexta, né? Loogo, pra fechar com chave de ouro [ou da cor do polvidine, que seja], eu realizo a façanha de voar do portão social de casa até quase o meio da rua, dando plenas oportunidades pra, caso o destino assim determinasse, um motorista com a mesma sorte que eu arrancar uma cabeça; Não procurei detalhadamente, mas uma perícia forense com certeza acharia fragmentos da minha pele em vááários paralelepípedos aqui na frente de casa. De mais visível, só a gota de sangue do cotovelo quase estraçalhado. Ah, e teve uma diferença: foi o cotovelo esquerdo. Mas a mão que eu mal consigo mexer é a direita, anyway...

Agora sem piada [mas partindo pra pseudo ficção]... que seja impressionismo meu, mas dá uma sensação de Bella Swan que vocês não imaginam! Com a [des?] vantagem [?] de não ter um Edward Cullen pra me salvar. Mas essa analogia é na verdade só pra ter o gancho e começar a falar da obra da Meyer [ da parte que conheço até agora, ao menos]. Mas só da literatura, que o filme... deixa pra lá, o relevante é só que num dia baixei e assisti,e a musiquinha no piano é estranhamente viciante, equiparando-se a Zafón.

Mas continuando; isso que ela tem construido é.. fascinante. O modo como ela mescla o fantástico e o comum é atordoante [sim, vários adjetivos que rimam] demais, bem como a sintonia dos dois em Crepúsculo... Mas me dá uma sensação tãããão esquisita, meio que um blues misturado com... com... sei lá com o quê! Especialemente quando a família Cullen entra em cena, e pelo visto tende a acentuar: Lua Nova chegou hoje, já bati na página 93... e me é tão fácil imaginar e quase viver junto o que ela passou até agora nessa"segunda parte", a única diferença é que eu estou [espero que apenas temporariamente] considerando ele um escroto imbecil retardado sem coração [ahn...ok, duh] de marca maior. Mas ainda boto fé nesse carinha...

Mas enquanto isso, no lustre do castelo... como diria o amigo Baudelaire, tem piedade, ó satã, da minha atroz miséria...

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...E como diria Regina,
"Gonna go to Babylon,
get me some whiskey now"...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Tá que ninguém lembra, mas...

Eu ainda ouço Penélope, gente. E ouço muito. Pra quem se esforçar um pouquinho, quem sabe lembre vagamente de Holiday... 'ó, meu amor, isso é amor...' não? mesmo? well, então nem adianta falar em Olhos Caramelos, né?

Pois bem... estava eu em meu recinto particular na casa quando fui subitamente acometida de um desejo incontrolável: ouvir Você Não Serve Pra Mim, mas com a Érika cantando. Voltei-me pois ao pc pra ouvir, e esbarrei em várias que eu adoro e quase não ouço por falta de tempo e/ou excesso de preguiça, e particularmente com essa que eu nunca tinha prestado muita atenção. Sente o drama:

***

Eu sei, você me viu assim
Na rua... meu cabelo... um sorriso... uma vontade
O dia claro... a timidez... maturidade
Um vestido verde, vermelho talvez

Vou mudar, eu sei

Nunca mais serei
A mesma pessoa

Pernas longas... ar sincero

Sob o cabelo eu vejo a cor
dos olhos caramelos
Vida longa... juventude
Louca... longa... santa inquietude
Eu sempre serei

Vou mudar, eu sei

Nunca mais serei
A mesma pessoa

***

Foooda, né? Essa composição não é da Érika, é do Roney Jorge, seja lá quem for esta alma, e tá no CD Buganvilia... Anyway, achei que é um dos melhores resumos de snapshots meus que já ouvi...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

E continuando...

Sabem por quê não entendi a última regrinha do jogo? Porque no blog da Karol tava escrito "comentários" em vez de "convidados".
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Agora tudo faz [muito] mais sentido!! =)
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Mas claro que isso não significa que eu vá cumprir, afinal... afinal ninguém vai fazer mesmo... =/