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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Change Changes Things

Procurando coisas legais que envolvessem mudança, pra não repetir título de outro blog, achei esse título/brincadeirinha com palavras, do Stereophonics: Change Changes Things. 'Mudar muda as coisas', numa trudção literal e livre. A boa notícia é que a música é fofa. A não-sei-como-classificar é que martela ainda mais o tema no meu cérebro. 

Masnão quero divagar demais sobre o tema 'mudança' aqui justamente pelo motivo da minha passagem: vim só anunciar o novo espaço, refúgio, whatever: http://einspinner.blogspot.com/ .

Novas nóias, notícias e coisas em geral lá;
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P.S.: só agora me ocorreu que eu poderia ter nomeado esse post com a música do Titãs 'Daqui pra lá', que também faria sentido, e eu poderia ter falado da mesma coisa de modo totalmente diferente. variações do mesmo tema sem sair do tom, ou qualquer outra coisa musical... mas agora já foi. See ya!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Incrível como, justo quando você mais considera por em prática a ideia de bloquear da vida virtual aquelas pessoas que parecem estar nem aí, elas saem da cova e retomam contato.

Até as redes sociais parecem perceber isso: hoje meu Facebook mandou um lembrete dizendo que eu poderia, através da dita rede, ‘dar um oi’ pro fulano, pro sicrano e outros amigos mais – sendo fulano, nesse contexto, um amigo que encontrei depois de muito tempo e pediu meu telefone [certamente pro cadastro de reserva, porque não ligou até hoje] e sicrano alguém tão constante quanto sinal de internet em Florianópolis.

Resumindo: ganho pouco, mas si divirto...

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Ah, e falando em Facebook: ontem cheguei em casa e, porque eu merecia demais uma diversão fácil e indolor, me agüentei em frente a TV pra assistir Cougar Town [by the way: quero um Grayson pra mim .___.]; lastimando que dura apenas meia hora, continuei na Sony pra assistir My Boys, mas o episódio de ontem era uma pagação de pau sem precedente pro Facebook, aí eu enchi o saco e fui dormir. Outro dia eu tento de novo, porque gostei da premissa: uma fulana que trabalha não sei com o que e tem muitos amigos homens.

O que me lembra que to com saudade de alguns dos meus marmanjos favoritos. Mas passa.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

pequenos comentários desconexos

Como há muito eu me devia uma auto-terapia, me abalei pro cinema nessa véspera de feriado. Três filmes, quase emendados.

Primeiro, O Estudante. Mexicano. E Sensacional. E lindo. E chorei pacas, #prontofalei. 

Depois, Karatê Kid 'versão Kung Fu'. Pófalá? fiquei com orgulho pelo Will Smith pelo filho dele [sim, semanticamente confuso, mas... dane-se. Quem sente sou eu]. Fodão também, recomendadíssimo.

Pra encerrar, Inception. Sobre esse, prefiro comentar depois de algumas noites de sono. Desconfio que jamais sonharei como antigamente... 

Mas o mais legal foram os intervalos:

Entre o primeiro e o segundo eu pretendia reforçar o estoque de lencinhos de papel [porque. né.], mas acabei invariavelmente na Nobel. Na bolsa, Um caderno capa dura [que no fim eu não precisava pois tinha outro na bolsa, mas só lembrei disso depois de estreá-lo] e 24 horas na vida de uma mulher, que eu pretendia ler entre o segundo e o terceiro filme, mas claro que não li uma linha sequer, porque o segundo filme terminou 15 minutos depois do previsto, e aí já avacalhou todos os meus planos - com a ajuda da enxaqueca sempre amiga, né. Corre na farmácia, escreve enquanto espera o lanche e pronto, tá hora de encontrar amigo pra terceira sessão do dia. 

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Aí, sobre seres humanos, só o que tenho a declarar é que eu sou idiota, muito idiota.
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Pensa no que é uma pessoa com o cérebro a ponto de explodir e não ter um filho da puta pra desabafar. Pensa.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Brainstorm rules

Nada como uma noite em claro e uma crise semi-histérica as cinco da manhã pra destravar o cérebro da pessoa, né não?
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Ontem eu tava quase assinando testamento, hoje eu só passei o dia implorando por uma cama mesmo... por que o dia FOI BOM. 

Acorda, banho, seca cabelo, corre pra orientação, fala com Débora, reunião produtiva, horário de trabalho facilmente rearranjado, casa, dormiiiiiir, trabalho, oficina produtiva, com bônus de amigo no caminho de volta pra casa. Tudo fluiu, tudo funcionou. Nem parecia a minha vida, de tão...indolor que foi.

Agora eu tô mais tranquila sobre o TCC, com as coisas se encaminhando mais claramente... Taylor Momsen berra sem parar no meu player e isso me dá uma força sem tamanho [the Pretty Reckless é no momento a melhor coisa do mundo, mas disso eu falo em outro post]. Só preciso dar conta desse trabalho que continua uma incógnita pra mim pra apresentar amanhã e aí... sossego!

Porque tem feriado à vista, e uma força invisível como que me impelindo pra fora da cidade. Sem grana pra fugir pra PoA, pensei em pedir asilo em Camboriú, mas aí lembrei que sexta tem Bombinhas, domingo [ou sábado, agora lembrei que esqueci de perguntar o dia exato] talvez outro compromisso por perto de casa e terça aniversário de madrinha. Comofas pra fugir? Resposta: não faz, foge no próximo... =/

Em tempo: aluninhos do Senac, parabéns por hoje. Aos que mataram a oficina pra ir tomar Chope, duas punições os aguardam: por faltar e por não me convidarem. Aguardem!

sábado, 28 de agosto de 2010

Então que ontem a noite eu tava quase apostando, pela disposição do momento, que hoje eu chegaria na biblioteca emanando a mesma pró-atividade de uma amoeba, mas até que não, no fim das contas... só tô inegavelmente gripando, mas ainda não tô podre, então dá pra se aproveitar alguma coisa. O trabalho com os VHS que a chefe pediu, por exemplo.

Porque é uma grande caca quando você protela um cadinho um silvisso e aí, quando finalmente tem cabeça pra fazê-lo, descobre como era ridiculamente simples e indolor. Mas tá, dei conta de listar os 99 exemplares a se excluir do sistema [minha rinite é que não curtiu muito, bem como meus dedinhos empoeirados], fim de papo. Agora preciso fazer mais várias coisinhas, e rezar pra... sei lá, Atena, acho, me iluminar as idéias pra que eu faça o trabalho de IC/CG e dê jeito no TCC...

Mas mudando vagamente de assunto... Nenhum de Nós dia 03, sexta que vem, em Bombinhas. E tudo indica que eu vá [ok, agora dependo da gripe e da mãe natureza, mas não há de ser nada!]. Puta saudade daqueles caras, viu. Indescritível saudade!

Ah, e notícias do além norte: hoje cedo conversei com momis, que procurará o endócrino que deu jeito nela. A esperança fundamental é que dê jeito em mim também, assim meio que uma medida concomitante com outro plano que venho adiando há séculos [mas oficialmente um mês, na real] e acho que, finalmente, semana que vem VAI.

Aguardem os próximos capítulos da minha nada interessante vida. Hasta!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Eu não quero mais dormir...

porque ó, essa enxurrada de sonho bizarro tá demais pra minha cabeça.

hoje acordei sei lá que horas de muito cedo, e o sonho era bom: no sonho, Ju segurava os livros e eu lia os códigos de barra [workholic mode: on], e de repente ela bate um livro de brincadeira quando eu aproximei o sensor. Fez aquele estrondo, só que o estrondo que me acordou não foi só o do livro batendo: foi o do livro que caiu no chão de verdade, o mesmo livro que passou a noite sobre meu peito depois que dormi enquanto lia. Agora pófalá? achei sensacional isso - só não é nada que eu consiga explicar, mas enfim... aí eu levantei, apaguei a luz que ficou acesa a noite toda [fail!] e voltei pra cama. Queria não ter voltado!, puta sonho horrendo da porra!

eis que no segundo round eu tinha me mudado de casa, e a casa nova ficava no campus da udesc, ali meio que um prédio secundário do ceart [porque desgraça pouca é bobagem, né?]. Aí a casa nova era estreita e tinha três andares, e as coisas mudavam sozinhas, tipo... num momento precisava de reforma, em seguida já tava tudo pronto... *medo*. Aí começou a aparecer muita gente estranha, assim do verbo 'quem é essa pessoa?', mas meu pai parecia conhecer todo mundo... até que chega um carro com professoras do meu departamento chorando, e aí elas me contam que uma colega da minha sala tinha falecido. Eu caí num puta choro, comecei a vagar por lá e depois que foi todo mundo embora apareceu um bebê japonês DEMONÍACO [no sonho mesmo lembro de essa palavra ter me ocorrido], ele mudava de forma e tamanho e quando eu acordei ele tinha virado um morango que involuía: de maduro, ficava verde de novo, só não diminuía de tamanho. Um terror.

Ah, teve também a parte em que eu discutia até não poder mais com o Sardá, depois quebrava meu celular, aí me trancava no quarto que elegi meu, e que na segunda vez que entrei tinha várias coisas da antiga moradora que ela tinha deixado pra trás, e vá saber porque meu cérebro focou em dois itens muito abundantes lá: brincos e... post-it. MUITO post-it, de várias cores, tamanhos e materiais. e eu achando tudo muito colorido e o máximo, até me dar conta do quão absurdo era aquilo tudo.

Aliás, falando em absurdo, tô rindo muito enquanto escrevo isso tudo... mentalmente, é claro, que se a estagiária desata a gargalhar logo antes do expediente, geral passa a noite achando que tem algo muito errado.

Aliás², queria ver a cara da Bru ouvindo isso tudo pessoalmente, entre coxinhas, brigadeiros e Stellas. Ai ai.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

parcial das 15:30

então que o dia começou atravessadaço, mas resolver facilmente uma pendência indevida na BPSC e ver o caixa do Barato da Ilha lendo O Último Olimpiano quando fui comprar um danoninho pra beber até que serviu pra lembrar porque se deve segurar as pontas e não mandar tudo pro inferno nesses momentos de fúria assassina que me acometem.

Outra coisa que também ajuda a me aprumar é perceber que já aprendi com momentos semelhantes anteriores... agora eu sei, por exemplo, que daqui umas duas ou três horas eu estarei tão prestável quanto um peso de papel. Utilidade zero. Mas aí quem sabe eu tomo uma neosaldina, pra infelizmente só na hora de ir embora vir o gás que eu preciso pra começar a estudar pro trabalho de tópicos especiais aplicados à biblioteconomia. [rápido comentário aleatório: essa parece a mais inútil das fases, zezuis. Uma disciplina mais sem noção que a outra...].

Mas ah, deixa eu contar do dia atravessado, assim só pra extravazar um cadinho? então tá.

Mãe entra no quarto pra me chamar dizendo não saber que horas eram aquilo. Jogou o celular na minha mão, eu olhei com um olho só, disse '6:42.. não quero!' e afundei nos travesseiros. Ela saiu do quarto e em seguida eu fui atrás, esperando encontrá-la na cozinha... e não dormindo de novo, mas tá. Desci, sonolenta, mas acordei rapidinho quando o sensor de presença recém instalado disparou e despachou meu possível resto de bom humor pro quinto dos infernos. Tomei meu desjejum, bateu o frio... aí voltei pra cama, do celular encaminhei a resenha da Juliana pra Aline imprimir na faculdade e pensei 'foda-se, vou dormir, puta dor de ouvido enchendo o saco...' nisso minha mente berra lá do fundo AHAM NAYANA, SENTA LÁ!
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Lembra de quando o bom humor foi embora? pois o sacana deu carona pro sono, me largaram os dois em casa sozinha. Assisti um ep de friends e um de Old Christine, até sucumbir. Depois vieram pequenas coisinhas e caretinhas de pessoas sem noção que só engordam a bola de neve de um dia blergh, que aliás só é blergh pra mim e por dentro, porque lá fora tá lindo lindo, um ventinho morno [que boa coisa não traz, claro, mas aproveitemos enquanto é possível] que dá vontade de pedir folga e ir passear na beiramar...

domingo, 22 de agosto de 2010

E nem me importa que mil raios partam qualquer sentido vago de razão

Eu ando tão down, e as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
...
[Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer]
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Porque, querendo ou não, às vezes tudo que você precisa pra parar de pensar em alguém é saber que essa pessoa não pensava em você da mesma forma. Aí, se você é uma pessoa esperta, segue em frente. 

Ou, se é como eu, mergulha no passado à um simples aceno dele. E se afoga sozinha.

who am I, for christ' sake, anyway?

Resposta: uma congelada no tempo, que fica sem chão quando entende que todos os seus meninos cresceram e, cada um a seu modo, ficou igual a todos os cafas que conheceu quando os bons garotos ainda lhe inspiravam alguma esperança.
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Trouxa.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nascendo de novo

Então que agora eu sou, no mínimo no papel, uma autêntica Schneider. E isso muda.... porra nenhuma.

Quer dizer, muda toda e qualquer documentação que já tive na vida. Refazer Identidade, CPF, CNH, título eleitoral, carteira de trabalho, documentação acadêmica e de estágio... meu, porque mesmo eu fui mexer nesse vespeiro?! Ah sim, pra ser Schneider de fato, e não só me sentir uma... mas o estranho é que, agora que sou mesmo, acho estranha só a ideia de nunca mais escrever o 'm' do nome errado. Parece que tô falando de outra pessoa, mas a perspectiva de ser essa outra pessoa não me sugere nada diferente.

Enfim. tinha mais alguma coisa pra falar, mas esqueci.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

De ontem, no balcão:

'É nóis que brilha, vagalume!' (PINTO, 2010).

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Como é que eu não ia morrer de saudade da minha cidade, do meu trabalho e dos aluninhos do SENAC que largam dessas no meio do meu expediente, e quando digo que vai pro blog com citação de acordo com ABNT ainda me diz 'peraí, usa outro sobrenome, não quero que você mostre meu pinto no seu blog!'?

Ai ai. 

Home, Sweet Home

Pófalá? fiquei com saudade até da escova de dentes. 

Não me perguntem o que achei de São Paulo, não tive tempo pra formar uma opinião. Aquele frio do demônio não dava vontade de fazer nada, logo, não fiz mesmo muita coisa além de gastar o que não podia e conter todos os meus impulsos de chorar de raiva o tempo quase todo. Sinceramente, só me senti bem mesmo na Bienal. Lá eu teria andado faceira o dia todo, sozinha, se fosse o caso, e não me importaria com isso. 

Desde que cheguei de volta meu cérebro voltou a operar no modo habitual, mas preguiçosa que sou não anotei nada, então muita coisa genial que deveria aparecer aqui já se perdeu... conforme lembrar [se lembrar, claro], eu vou falando...

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E agora sobre minha pacata vidinha de florianopolitana: acreditam que semana passada o Submarino não achou meu endereço pra entregar "O Último Olimpiano"? Submarino, MEU endereço?! e não era palhaçada não, quando vi o e-mail achei que fosse trote, mas quando cheguei em casa, Papis contou que ligaram pra casa também... só o que me faltava mesmo. 

E o trabalho continua de onde parou, né? até nem cheguei lá tão cansada quanto calculava, graças ao soninho ds 7:30 às 13 de ontem, na miiiiiinha cama. Com direito a Friends antes de capotar. Já hoje não consegui passar das 9, aí fui ler o tal do Choo, depois psicografar textos que martelavam na cabeça há tempos, agora deixar descansar pra ver no que dá...

No más, preciso só organizar a vida pra dar conta de resenha, TCC, trabalho e vida social... porque claro que deus e o mundo ia me convidar pra sair no fim de semana que eu estaria fora, né?aí acaba que adiei tudo por tempo indeterminado, mas pergunta se nesse sábado tem algo pra fazer, pergunta...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Meu cérebro dói [ou ‘ansiedade é uma merda’]

Porque... Né? Ansiedade é uma merda mesmo. Fato. Eu passei a semana inteirinha com alguma dor em algum ponto do corpo. E sou tão abobada que só hoje fiz meu próprio diagnóstico: a merda da ansiedade! Certeza que, se não assim que puser os pés em São Paulo, no máximo quando chegar de volta, uns 97% de todo esse mal estar passa.

Aai dezembro que não chega...

sábado, 7 de agosto de 2010

Cadê meu Eric Northman?

22 têm parecido uma ótima idade pra virar eterna.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ontem o dia foi trash metal. A começar por ter que sair quase tão logo acordei, depois cumprir o circuito shopping de cooper pagando contas, mais voltas no centro pra cópias de livro mais baratas e quando pensei que finalmente poderia sentar meu corpinho gelado por alguns minutos na livraria e escrever alguma coisa, olho no relógio e surpresa!, falta menos de meia hora pro expediente começar... então lá fui eu, quase barrada pelo vento sul, a caminho do meu amado trabalho [sem ironia]. De início, sistema uma zona, depois normalizou e aí quando tudo caminhava na santa paz me dominou aquele cansaço pós descarga de adrenalina, sabe? Muito chato, mas com força de vontade acho que trabalhei direitinho...

Entretanto, que bem mais tarde eu cheguei em casa, carreguei meu jantar pra sala e perguntei a Papis que tinha de bom pra ver na TV. Ele responde ‘eu tava assistindo um programa de música clássica na cultura, mas acho que tem um aqui que tu vai gostar ainda mais...’ quando ele disse isso, antes mesmo de encostar no controle remoto, eu soube a que ele se referia daquele jeito mal disfarçado: só podia mesmo ser De repente 30. E não interessa se eu já vi quase mais de trinta vezes, o jeito do meu pai lembrar de mim e esperar eu chegar em casa pra me contar que tá passando, mais assistir o final que seja, já foi mais que suficiente pra relaxar depois de um dia estressante. Em suma, eu quero um Matt Flamhaff pra mim.

Mas aí hoje Florianópolis tomada por esse frio glacial, e por menos magra que eu seja, parece faltar corpo pra tanto casaco, e falta pescoço pra conseguir mexer a cabeça com duas voltas de cachecol logo abaixo da mesma. As nove e meia da noite eu constatei uma dor nos braços que não tem outras explicação senão a força extra que se precisa fazer pra levantar um livro. Fora que, antes de tudo, não dá a menor vontade de sair da cama. Hoje então, já não tinha dormido direito, e quase na hora de sair, junto com o frio bateu uma tristeza que meudeusdocéu. Não queria fazer nada além de chorar até engasgar ou as lágrimas me congelarem o rosto, o que viesse primeiro.
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Sabe aqueles dias em que tu vives no automático, só porque não existe direção que não seja em frente? Assim.

domingo, 1 de agosto de 2010

L'âge D'or

Aprendi a esperar
Mas não tenho mais certeza
Agora que estou bem
Tão pouca coisa me interessa...

Contra minha própria vontade
Sou teimoso, sincero
Insisto em ter
Vontade própria...


Que a sorte foi um dia
Alheia ao meu sustento
Não houve harmonia
Entre ação e pensamento...


Qual é teu nome?
Qual é teu signo?
Teu corpo é gostoso
Teu rosto é bonito...

Qual é o teu arcano?
Tua pedra preciosa?
Acho tocante
Acreditares nisso...

Já tentei muitas coisas
De heroína a Jesus
Tudo que já fiz
Foi por vaidade

Jesus foi traído
Com um beijo
Davi teve um grande amigo
Não sei mais
Se é só questão de sorte...


Eu vi uma serpente
Entrando no jardim
Vai ver
Que é de verdade dessa vez...

Meu tornozelo coça
Por causa de mosquito
Estou com os cabelos molhados
Me sinto limpo...

Não existe beleza na miséria
E não tem volta por aqui
Vamos tentar outro caminho
Estamos em perigo
Só que ainda não entendo
É que tudo faz sentido...

E não sei mais
Se é só questão de sorte
Não sei mais, não sei mais
Não sei mais...
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Mas os jovens gigantes de mármore não são tão importantes nesse contexto.

De repente, deu vontade de gritar essa música a plenos pulmões. Essa e várias da Legião que, mesmo muitos anos depois da febre particular, ainda faz muito sentido. 

Enfim, os grifos são auto-explicativos... 

sábado, 31 de julho de 2010

Brainstorming de Sábado

Não só sábado pela manhã – meu cérebro operou a 120 sem freio desde as duas, quando desliguei o computador e apaguei a luz, mas logo tava salvando rascunho no celular [preguiça de acender luz de novo e buscar caderno], porque a ideia veio milagrosamente pronta e era boa demais pra que se perdesse até eu acordar. Pra não dizerem que é mentira, tem outro texto novo [segundo em menos de 24h] no Às vezes tudo, Às vezes nada [propaganda é a alma do negócio, afinal].

Então dormi depois das 2:15, levantei as 5 :40 e cheguei no trabalho as 7:30. Amarradona. Na pilha. Zero, como diria Kênia. Num átimo dei conta de todas as devoluções da ‘caixa coletora’ [sempre me pergunto se, quando existir efetivamente a caixa e não só a abertura, alguém jogará um gato ou outro mascote por ali, como aconteceu com Dewey Readmore Books...], atendi, fiz levantamento e recuperei trocentos artigos, tudo bem mocinha, ouvindo Zélia Duncan, Panic At The Disco e Regina Spektor...

Porque nada como uma caminhadinha saudável por um almoço tradicional e uma tarde de ócio pseudo produtivo – quase nada pra fazer aqui, praticamente sem pessoas pra atender então pude assistir excelentíssimo Sr. Corrêa cantando Lupicínio no Som Brasil [todos os vídeos do programa aqui]. Sobre os vídeos do Thedy, só tenho dois comentários: wft bigode? E masqueéqueaconteceu com a voz dele, que ficou ainda mais séquiçi cantando nervos de aço?!

Sem mais para o momento, despeço-me. Cruj, Cruj, Cruj, tchau!

rollercoaster feelings

Dia foi bom, acho.

depois da correria doméstica pra chegar a tempo na reunião do trabalho, tudo fluiu. Balcão ficou uma zona a noite toda, mas fim das contas dei jeito e tá tudo lindo, tudo bem, falta só as pessoas de lá descobrirem a Martha Medeiros pra acharem o máximo minha ideia de convidá-la pra palestrar no aniversário da Biblioteca.

Aliás, falando em biblioteca, tá chegando a hora de oficinar outra vez, p'ras novas primeiras fases, e aplicar treinamento do sistema pra todas as turmas. TODAS. e ninguém tá mandando isso não, a ideia foi minha e eu faço questão de ensinar tudo que puder pro povo. Logo logo mais notícias sobre...

E já falei que o dia foi bom? já? well, só reforçando... talvez fosse só o calorzinho que me permitiu usar blusinhas soltas que tanto gosto em pleno final de julho, ou quem sabe eu estivesse simplesmente bem, e isso é tão vago que eu nem me atrevo a raciocinar muito sobre.

porque sabem que eu nem deveria estar aqui? deveria ter rumado direto pro berço assim que entrei em casa, mas acontece que depois da toilete noturna eu saí do banho com uma ideia se formando no fundo do cerebro e acordei o Juvenal pra escrever, no word mesmo, nem ia publicar porque pai tava usando modem da 3G na sala... mas aí fui buscar dicionário, modem estava livre, pensei 'por que não?". Aí, checando as coisas todas, vem um caminhão a 110 por hora, me estraçalha e agora, um pouco mais calma e não mais tremendo, só tô com uma grande pulga atrás da orelha, que não vou comentar aqui porque seria atestado de retardo mental, então deixa só esclarecer a situação [e enquanto isso penso em um jeito de contar sem parecer ridícula], depois eu comento sobre - ou não...

Por hora, tem texto novo no Às vezes tudo, Às vezes nada. Pode ser tosco pro resto do mundo, mas eu achei sensacional porque foi um parto quase sem dor alguma, e aparentemente lembra meu 'estilo' [ppfff] de antigamente, quando comecei essa coisa de blog...
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P.S.: é maravilhoso me sentir eu mesma de novo, no quesito pseudo escritora; e melhor ainda quando o resto da vida parece natural e os desgostos deixam de importar depois de dez minutos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pronto, [acho que] passou

Relendo o que acabei de publicar percebi que não mencionei livros especificos, ou determinadas músicas. Então agora, aproveitando a calmaria do olho do furacão [porque a tempestade volta, certeza], segue uma postagem absolutamente banal, bem do meu jeitinho característico e reconhecível.

Primeira semana de aula, né? mas ainda é quinta! Dane-se, não tenho mais aula essa semana, então acabou! De início, explicando: ainda não encontraram professor pra disciplina de quinta feira que ainda não sei o nome, então fica por isso mesmo. a Segunda foi um total desperdício do meu precioso tempo, mas em compensação na terça eu não dormi. Continuo entendendo bulhufas de gestão estratégica e o escambau relacionado a, mas eu não dormi, então comemoremos. Entretanto, hoje as pálpebras pesaram... mas a prof que eu não sei onde andou o curso todo que não me deu aula de todas as disciplinas não deixava, no bom sentido. duas horas sensacionais, cara! E é isso, essa foi a primeira semana de aula da oitava fase.

Tá, rapidão, posso voltar rapidinho num assunto? não tô gostando de mim repetitiva desse jeito. A primeira coisa que eu noto enquanto escrevo é que tô escrevendo mal; ok, não catastroficamente mal como a gente vê por aí, mas no mínimo tô escrevendo feio, e... eu não gosto disso, ora bolas! Isso de ficar tudo parecendo a mesma coisa, e notem a redundância, pra fechar com chave de ouro: estou re-pe-tin-do a reclamação sobre esstar repetitiva. Ou eu sempre fui assim, ninguém nunca fez a gentileza de avisar e só agora tô percebendo e ohmeldels é o fim? [terceiro tachado do texto, assim não dá!]

Ok, passou o surto sobre surtar. Vim falar de banalidades, certo? Sobre banalidades falarei, pois. [somebody stop me, PLEASE!

Já tô relendo O Último Olimpiano. Num pdf mal traduzido e mal formatado mesmo, porque nunca que eu aguento esperar lançarem, mesmo que seja daqui menos de 15 dias. Depois eu leio de novo, sem problemas. E enquanto isso, vou ouvindo Karkwa, Nine Black Alps, Puddle of Mudd, e por aí vai...
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Tá, mais alguém sentiu que o parágrafo anterior pareceu forçado? pois é, eu também. Vou parar enquanto... por enquanto. Tchau.

Diga olá para um texto ruim

O pior, possivelmente. Mas só possivelmente mesmo, pois se tem uma coisa que aprendi nos últimos tempos é a não me subestimar, pra mais ou pra menos.

Fato é que de repente tem um redemoinho na minha cabeça, uma caralhada de susto diferente num dia só e o coração da véia não 'guenta mais tanto não. E o mais chato disso tudo disso tudo é que eu tenho bala na agulha pra bloggar por uma semana sem parar, mas de repente, depois de uma maré produtiva de razoáveis rascunhos [ao menos inícios de], deu tilt. Parei um minuto pra escrever algo hoje mais cedo e senti o texto vindo, o texto vindo... e puta merda, era um texto muito ruim! Sério, ruim demais, modéstia às favas, eu não tive coragem de sequer tentar transformar aquilo em algo aproveitável, não condizia em absoluto com meu parco e mui raro pseudo talento. Senti como se fosse, sei lá, uma... ahn... uma auto-ofensa! credo, dá uma coisa só de lembrar da sensação.

Aí depois disso eu até vim conferir a coisa mais recente que tinha escrito aqui, e me surpreendi por ter sido a bem menos tempo do que imaginava... na minha memória eventualmente de samambaia eu jurava que não escrevia desde antes do meu aniversário, mas enfim. [eu disse que era ruim, não diga que não avisei!] Não tô gostando nem um pouco de mim desse jeito mais incoerente que o normal. Not at all. Quero meu antigo self de volta!

No exato momento, enfrento bloqueio mental completo: não consigo escrever, não consigo, rir, não consigo chorar, hoje eu sequer me irritei de verdade. I mean, o que identifiquei como algo classificável sob a tag irritação era só hábito mesmo, aquela reclamação mental automática que surge no fundo do cérebro em certos momentos do meu amado trabalho. Dentre tudo que senti hoje [sensação gostosa do dia bonito, tranquilidade de assistir Friends com a Ju pelo segundo dia consecutivo, falar com Deh no gtalk e uma aula MUITO legal], a única sensação que eu consigo nomear sem medo de errar é justamente... o medo.

Eu tô repetitiva pra cacete, isso pra não falar do eco de redação.

Quem saber? Acho que esse texto acabou virando um mecanismo do meu cérebro tentando prolongar a breve conversa de agora há pouco com a Bruna, na real.